Category: Gestão Educacional

Formação da competência docente

Olá, gente…Competência docente

Recentemente, recebi a contribuição de um artigo escrito por Ilona Becskeházy no site www.gestaoeducacional.com.br, que faço questão de compartilhar com vocês.

Por se tratar de um texto que abrange questões relacionadas com a competência docente, penso que sua leitura será provocadora para reflexões interessantes a respeito do tema.

Diz então, Ilona:

Para discutir a formação de docentes, é necessário combinar de antemão uma definição do que seja uma sala de aula competente.

No imaginário brasileiro, a sala de aula competente é um lugar onde os alunos se reúnem regularmente para, sob a coordenação de professores, engajarem-se em atividades como copiar do quadro, ouvir passivamente uma preleção e treinar algoritmos para resolver problemas.

Geralmente, os objetivos pedagógicos não são claramente compreendidos pelos alunos (às vezes nem pelos professores), o tempo é apenas parte do cenário (e não um componente do planejamento) e as atividades são propostas mesmo que não estejam diretamente relacionadas aos objetivos pedagógicos que deveriam estar conquistando. Até porque não existe um currículo detalhado e obrigatório a ser perseguido.

Por causa dessa percepção, é mais frequente que a sala de aula se pareça com uma missa, um comício, uma balada, uma sala de espera (ou de tortura), ou seja, lá o lugar onde costumamos estar apenas de corpo presente do que com um local de trabalho mental conjunto e supervisionado, onde os alunos recebem desafios pedagógicos relacionados a objetivos muito claros, que os fazem usar a cabeça na maior parte do tempo e cujo processo de aquisição das habilidades e dos conteúdos é permanentemente monitorado. Chamemos esse tipo de sala de aula de “sala de trabalho”.

Uma vez claro que o papel dos professores é fazer com que os alunos exercitem seus cérebros para aprender, seguindo uma progressão de complexidade, como a proposta pela Taxonomia de Bloom, um segundo grupo de padrões comportamentais deve ser claramente compreendido por quem sonha em ser professor e, obviamente, por quem será responsável pela formação profissional deles. Assiduidade, pontualidade, cordialidade e apresentação pessoal são corriqueiramente negligenciados e ridicularizados por quem se pretende moderno.

Mas, sem que todos os membros de uma comunidade escolar se sujeitem a eles, não é possível institucionalizar a educação, uma escolha histórica das sociedades da era moderna.

Assiduidade é mais do que aparecer na escola todos os dias, é um compromisso moral com seus objetivos, seus pares e sua clientela.

Pontualidade não é estar na porta da sala esbaforido em cima da hora, mas começar uma aula planejada no momento combinado e terminar idem.

Cordialidade é tratar todos com a mesma atenção e com demonstrações explícitas de respeito, como olhar nos olhos, manter o tom de voz e o vocabulário afáveis, não se deixar levar por provocações dos alunos, não tomar como pessoal o que é um embate de gerações ou de grupos sociais diferentes, monitorar as dificuldades dos alunos e tratá-las de forma eficaz e acolhedora, mesmo que eles sejam “difíceis” ou “diferentes”.

E apresentação pessoal não é apenas higiene, mas um conjunto de aparências e atitudes que transmite a mensagem de respeito próprio e à nobre tarefa de educar, com a neutralidade de um profissional que está na escola para servir a todos indiscriminadamente e que, portanto, não deve tornar óbvias questões de foro íntimo, como as esportivas, religiosas ou sexuais.

Ainda sem sair do básico negligenciado, lembro que o domínio da norma culta da língua portuguesa, no escrever e no falar, é característica inerente e essencial de docentes, que devem dar o exemplo e cobrar o mesmo de seus alunos. A conjugação errada do presente do subjuntivo, a flexão errada do verbo para o pronome em segunda pessoa e “comer” os “ss” no fim dos plurais não são regionalismos, mas sim erros de português e devem ser banidos do ambiente escolar. Isso não é “violência simbólica”, é um processo educativo responsável e equitativo.

Ilona ressalta a contribuição de Schulman (Lee S. Shulman, Foundations of a New Reform Harvard Educational Review, nº 57, vol.1, February, 1987),  para listar o conjunto dos conhecimentos que os professores devem dominar para ter sucesso em seu ofício e sua missão:

– conhecimento do conteúdo e dos fundamentos teóricos de sua área (filosofia, sociologia, psicologia).

– dos objetivos pedagógicos e das atividades e estratégias para alcançá-los;

– conhecimento pedagógico de como se aprende/ensina; do perfil de cada aluno; do contexto institucional (mantenedores, comunidade etc.)

A ordem dos fatores importa e possivelmente a questão está, em parte, em termos invertido a importância de fundamentos teóricos em relação ao conhecimento do conteúdo, das formas de ensinar e do manejo de sala. Além de termos relaxado em relação às questões óbvias que valem para todos os profissionais que atuam em ambiente institucional.

O que Shulman propõe leva uma vida para se alcançar, mas pode ser usado como base para uma nova estrutura de formação docente inicial e continuada, bem como para a avaliação e a progressão funcional deles.

Talvez seja essa a singela revolução educacional que buscamos, segundo Ilona Becskeházy.

O que você achou do artigo?

Tem algum comentário? Encaminhe!

Postado por Michel Assali

 

Outono 2018: seja bem vindo!

Olá, pessoal…outono gif

Chega o outono!

As águas de março vão fechando o verão e sinalizam a mudança de estação. O planeta Terra se move.

Tem início o movimento do cair suave das folhas. Movimento belo e natural em que as plantas nos ensinam uma lição de vida e sabedoria.

Momento de esvaziar, desapegar, adquirir leveza por um período para concentrar-se naquilo que é realmente vital.  E em seguida num movimento mágico, brotar e florescer para o novo.

Um Novo forte e seguro para suportar ventos, chuvas e outras intempéries.

O outono chega para reduzir nosso movimento e refletir sobre a vida e o futuro.

Uma mudança externa e interna, que nos une e nos integra à natureza, demonstrando-se assim sermos todos filhos de Deus.

O outono chega!

Seja bem vindo!

Postado por Michel Assali

 

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Worldschooling: o que é isso?

Olá, gente…worldschooling-1

A evolução das relações sociais e a disseminação do trabalho remoto, mais famílias se adaptam a vida nômade, realizando longas viagens pelo mundo e levando seus filhos junto.

Geralmente suas viagens são financiadas por empresas on-line ou carreiras freelance, e optam por educar seus filhos enquanto rodam o mundo organizando currículos e programas de estudo com a utilização da internet e materiais físicos, como livros e cadernos.

Algumas famílias que viajam escolhem ficar em cada destino por um período mais longo e enviar seus filhos para escolas locais e regulares. Outros preferem organizar os estudos seus filhos, aderindo a um currículo mais ou menos formal, muitas vezes fornecido pelo país de origem da família.

Mais recentemente, no entanto, um número crescente de pais nômades está escolhendo currículos e programas mundiais para seus filhos.

Vamos explorar o que é exatamente o ensino fundamental, como funciona e o que podemos aprender com isso.

Para entender o conceito de escolaridade mundial, devemos primeiro entender que está intimamente relacionado com a não escolaridade.

Unschooling (sem escola) é um tipo de homeschooling (escola em casa) que permite que a criança tome o controle de sua própria educação, permitindo-lhes perseguir suas paixões e interesses na forma de projetos ou viagens de campo em vez de seguir um currículo tradicional.

A ideia por trás dessa forma aparentemente extrema de educação é que as crianças têm um desejo inato de entender o mundo à sua volta. Ao permitir-lhes a liberdade de seguir seus próprios interesses e se envolver com temas interessantes, fora de uma sala confinada, eles desenvolverão naturalmente habilidades cognitivas e emocionais.

O Worldschooling (mundo escola) simplesmente leva esse conceito para um próximo nível, adicionando viagens na mistura e deixando que destinos e experiências orientem o aprendizado da criança, transformando o mundo inteiro em uma sala de aula.

Mas, como não há uma definição oficial de ensino, cada família tende a definir o que os termos significam para eles.

O que a maioria das famílias adeptas ao worldschooling tem em comum?

– acreditam em uma abordagem holística do aprendizado que incorpora diferentes aspectos da vida, natureza, cultura, história e ciência, em vez de separar a educação em diferentes assuntos.

– acreditam que os resultados, os graus e as notas dos testes padronizados não são um bom indicador para o sucesso futuro.

– reconhecem que “aprender” e “educação” não são os mesmos e que as crianças aprendem melhor quando estão ativamente envolvidas em um tópico e não são obrigadas a seguir um formato definido.

– concordam que cada criança é diferente com diferentes talentos e que os currículos escolares tradicionais não têm a flexibilidade de levar isso em consideração.

– acreditam que as crianças aprendem melhor quando o processo está conectado a um resultado tangível, como um projeto, arte, experiência ou criação da vida real.

– usam aprendizado experiencial prático, como viagens de campo, experiências e viagens imersivas, para solidificar o conhecimento.

Na realidade, isso significa que a educação integral parece diferente para cada família. Alguns até combinam com aulas mais tradicionais, ensinadas pelos próprios pais ou através de programas de educação on-line.

A aprendizagem geralmente é completamente auto-dirigida pela criança, mas os pais apoiam e orientam seus filhos a cada passo do caminho. Eles também podem assumir um papel mais ativo mediando o interesse de seus filhos, unindo o mundo ao útil e agradável.

As ferramentas e plataformas de aprendizagem on-line são usadas por muitos estudantes do mundo, permitindo que eles combinem seus materiais de aprendizagem e personalizem seus currículos. Se as crianças precisam de mais suporte do que as ferramentas e o que seus pais podem oferecer, aulas on-line estão disponíveis em quase todos os assuntos.

As formas alternativas de educação e o worldschooling vêm ganhando cada vez mais adeptos pelo mundo, espalhando-se para além das restrições estreitas dos sistemas educativos tradicionais. Como tal, a educação integral é uma progressão natural do estilo de vida independente da localização.

Embora um estilo de vida nômade possa soar como sonho para a maioria das pessoas, não é viável ou mesmo desejável para todas as famílias. No entanto, ainda existem conceitos que podemos aprender da educação integral que podem ser aplicados em sistemas educacionais tradicionais ou na escolaridade escolar regular.

O ensino fundamental ainda está em sua infância, mas com a melhoria da tecnologia da educação e o aumento do trabalho remoto, é provável que seja um movimento crescente no futuro próximo.

E você? Tem alguma opinião sobre isso?

Encaminhe seus comentários!

 

Postado por Michel Assali

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Nem todo trabalho em grupo é trabalho em equipe

Olá, gente…group-study

O trabalho coletivo vem ganhando adesões contundentes como modelo adequado para as tendências sociais neste início de século, caracterizando-se pelo formato ideal para atender as demandas das sociedades modernas em diversos setores e instituições.

Por sua vez, a instituição escolar se organiza de forma a acreditar que a formação de grupos de trabalho pode ser uma maneira eficaz de incentivar trabalho em equipe favorecendo o contato, as trocas e o desenvolvimento de objetivos sócio emocionais visando a preparação para a fase adulta.

Aqui convém ressaltar que grupo e equipe têm conotações diferentes. Enquanto o primeiro se refere a um agrupamento que pode ocorrer por circunstâncias diferentes e temporais, sem produzir vínculos, o segundo, ou seja,  a equipe, tem a concepção de um trabalho não somente coletivo, mas principalmente, colaborativo. Melhor ainda, a equipe constrói uma união, um trabalho conjunto e significativo para todos seus integrantes, envolvendo a todos com os objetivos e resultados do seu trabalho.

No trabalho em equipe, todos se comprometem com o sucesso de todos, sem que ninguém fique para trás, independentemente das diferenças individuais de seus integrantes.

A formação de equipe é mais significativa e intencional do que a de um grupo e, portanto, oferece uma profundidade de experiência e educação diferenciadas.

Acolhimento, perseverança, compreensão, organização, divisão do trabalho e responsabilidades entre outros, são atributos a serem desenvolvidos para a formação de uma boa equipe, superando assim o simples e pontual trabalho em grupo.

Por essas e outras razões é possível perguntar se realmente o trabalho organizado nas nossas escolas é um trabalho em grupo ou um trabalho de equipe, pois como se afirma no título, nem todo trabalho em grupo é um trabalho de equipe.

Nesse sentido, o trabalho docente é fundamental na orientação da formação de grupos que possam evoluir para uma equipe de trabalho desejável. E isso exige a mediação dos professores, considerando-se tratar de um processo de aprendizagem cognitiva e emocional.

Para contribuir com o trabalho docente, seguem abaixo algumas sugestões para considerar ao construir com os alunos equipes para o desenvolvimento de projetos de aprendizagem ao longo do ano letivo.

– Reconheça a necessidade de formar equipes de trabalho

Pergunte-se: O projeto ou atividade se presta bem ao trabalho colaborativo e à divisão de tarefas? Existem componentes suficientes para o projeto que exigem o trabalho coletivo?

– Demonstrar a necessidade de formar uma equipe

Depois de reconhecer a necessidade de uma equipe, demonstre essa necessidade para a classe. Apresente situações problema do mundo real cuja solução se faz necessário o trabalho em conjunto.

– Mostre os resultados

Encontre uma maneira de demonstrar a diferença entre o resultado final de um problema resolvido com o trabalho em equipe e individual. Os resultados do produto acabado foram diferentes? Foi uma maneira mais efetiva?

– Esclareça sobre os benefícios do projeto ao se trabalhar em equipe

Explique como o projeto em questão se beneficiará de trabalhar em conjunto e a importância de reconhecê-lo como uma experiência multifacetada com diferentes papéis a preencher.

– Avalie habilidades e conhecimento promovidos pela participação de todos

Determine os pontos fortes e as habilidades potenciais  que cada integrante desenvolverá no trabalho em equipe.

– Criar equipes diversas

Decida como formar cada equipe, considerando cuidadosamente os pontos fortes e fracos de cada membro e como eles podem se beneficiar da dinâmica do grupo.

– Facilite a discussão

Ajude a manter a conversa dentro dos grupos dinamizando a sala de aula e facilitando a discussão. Faça perguntas sobre seu processo de discussão dos temas propostos, dos recursos que estarão usando ou resultados possíveis resultados.

– Materiais de apoio pedagógico

Certifique-se de que cada equipe tenha acesso aos materiais de apoio e conteúdo que lhes permitam realizar a tarefa com criatividade e recursos.

– Cuidado com os alunos sem voz

À medida que você está facilitando a discussão, fique atento aos alunos que não se sentem ouvidos ou hesitam em participar. Faça com que sejam ouvidos e tenha participação na equipe.

…Continua em nova postagem…

Tem mais a contribuir?

Encaminhe!

 

Postado por Michel Assali

 

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Para tornar-se uma pessoa mais produtiva em 2018

Olá, gente…productivity-for-adhd

 

O ano esta começando e o mês de janeiro já terminou. Logo vem o carnaval e quando menos se espera, o ano tem apenas 10 meses. Ainda virão os feriados, a copa do mundo, as eleições e as férias do ano.

Quando menos se espera, o ano termina e ao olhamos para trás, vemos que poderíamos ter produzido muito mais do que fizemos, tanto no aspecto profissional como no pessoal.

 

Distrações, falta de organização e foco são alguns dos motivos que causam a falta de produtividade, um problema que pode arruinar o trabalho e os negócios de qualquer profissional.

O que será que deu errado?

 

Para ajudar quem sofre com problema semelhante, o coach e escritor norte-americano Jack Canfield, publicou na revista Enterpreneur dicas para se tornar uma pessoa produtiva.

 

Confira a seguir uma lista feita com base nesse conteúdo:

 

– Limpe sua bagunça

Projetos incompletos podem te deixar para baixo e acabar com a energia que você precisa para alcançar seus objetivos. Essas pendências também te atrapalham a focar no que você realmente precisa fazer. Faça uma lista com todas as tarefas que ainda não concluiu e determine prazos para finalizá-las. Assim, você ficará livre para se concentrar no que realmente interessa no momento.

 

– Reserve dias para “ter foco”

De acordo com Canfield, pessoas de sucesso costumam reservar dias para focar em atividades que estão relacionadas aos seus objetivos. Durante os “dias de foco” você deverá gastar ao menos 80% do seu tempo em atividades e interações com pessoas que,  de alguma maneira, estejam relacionadas ao que você faz.

 

– Aprenda a dizer não

Sabendo dizer não a convites, propostas e distrações que não contribuam para que você atinja seus objetivos, você poderá usar seu tempo em atividades que realmente te ajudem a alcançar suas metas.  Canfield sugere que além de uma lista de tarefas, as pessoas devem fazer também uma lista com coisas que elas não devem perder tempo.

 

– Faça meditação

Segundo Canfield, a meditação irá te ajudar a limpar sua mente. Assim, você conseguirá tomar as melhores decisões e poderá focar em resolver seus maiores problemas. Além disso, essa atividade te ajudará a prestar mais atenção ao mundo ao seu redor, o que te contribuirá para que você se torne uma pessoa mais criativa.

 

Tem mais alguma sugestão a acrescentar?

Encaminhe suas sugestões e comentários.

 

Postado por Michel Assali

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Tempo de planejar!

Olá, gente…tempo de planejar 2

Começa um novo ano, novos sonhos, sonhos renovados, ou ainda, velhos sonhos que não foram ou estão difíceis de serem concretizados. Todavia, as conquistas se realizam no cotidiano e para facilitar todo o trabalho, além da dedicação e perseverança necessárias, é preciso elaborar um planejamento.

Diversos planos são preparados no início do ano, visando uma série de objetivos voltados para muitas coisas, tais como, melhoria dos relacionamentos, da saúde, do desenvolvimento profissional, da formação educacional, do bem estar da família, etc.

Dentre tantos planos, são muito comuns exemplos como:

– o sedentário planeja passar a fazer exercícios regularmente

– uma nova dieta para quem está acima do peso

– um curso em língua estrangeira

– aprender tocar um instrumento

– pais que precisam passar mais tempo com as suas crianças

– os que desejam realizar uma viagem

– os que querem  melhorar a empregabilidade ou fazer um bom e novo curso

– ascender na carreira profissional

… e assim por diante.

Nada de errado com isso, pelo contrário: a ideia básica dos planejamentos pessoais é uma evolução e esse tipo de definição funciona bem para muita gente, especialmente quando os objetivos são bem claros apoiados por metas bem definidas.

Estabelecer metas é fundamental, pois são elas que permitem medir e acompanhar o sucesso do seu plano. Porém, cada meta (que é fração do objetivo maior) requer:

-ser claramente definida, ou seja, específica, precisa;

-ser mensurável: quanto mais fácil de medir e acompanhar, melhor;

-ser desafiadora: pouco adianta propor somente metas muito fáceis de alcançar;

-ser alcançável: uma meta impossível prejudica as viáveis;

-ter prazo definido: caso contrário, fica tudo para a próxima semana, o próximo ano, etc..

 Parece ser muito fácil, mas não é bem assim!

O problema é que os planejamentos pessoais muitas vezes acabam sendo conduzidos ao fracasso se o componente motivacional não se fizer constante ao longo de todo o plano.

Sem a motivação necessária, os planos correm o risco de se concentrar mais na dimensão do “eu preciso” (emagrecer, aprender, me exercitar, acordar cedo, etc.) e deixam completamente de lado o “eu quero”, que é justamente a dimensão na qual temos mais amplitude para trabalhar nossa própria motivação.

Assim, já que o ano ainda está começando, que tal rever o seu planejamento para 2018 e incluir um pouco mais de “eu quero”?

Portanto, eis a proposta: não planeje seu novo ano com atenção apenas à eficiência, mas sim à efetividade também!

O planejamento tem que servir não apenas para você gerar mais resultado com o seu esforço, mas também para que a sua vida seja mais agradável.

Tem mais a contribuir? Encaminhe comentários!

Bom planejamento e uma excelente ano!

Postado por Michel Assali

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Ano Novo com mais vida!

Olá, gente…track train 2

 

Agora que começa o Ano Novo de 2018, que tal renovar promessas, encaminhar outras, elaborar novos planos, pensar  e incluir um “plano B”, idealizar ações, organizar pensamentos, enfim… Renovar, retomar, reviver, anunciar, seguir em frente!

 

A época é propícia para tais reflexões e, principalmente, encaminhar ações.

Vivenciamos o aspecto religioso e social do Natal e da Passagem de Ano. Curtimos a família, os amigos e os companheiros de trabalho.

 

Agora, faça uma pausa agora para que você pense em VOCÊ. Isso mesmo, você.

É um momento para meditar, pensando no futuro, com pés no presente e as lições do passado.

 

Recebi um trecho de um texto em espanhol que adaptei para o português, o qual compartilho abaixo, com sugestões de propostas para desenvolver a criatividade e a felicidade para esse ano que se inicia:

 

– procure que todos os dias algo te surpreenda;

– procure surpreender pelo menos uma pessoa todos os dias;

– escreva todos os dias o que te surpreendeu e como surpreendeste os outros;

– quando algo te parece interessante, segue-o;

– reconheça que se fazes alguma coisa bem, isso te dá prazer;

– para manter o prazer por algo, incremente a sua complexidade;

– reserve tempo para a reflexão e relaxamento;

– descubra o que gostas e o que odeias na vida;

– comece a fazer mais o que gostas e menos o que “odeias”;

– descubra uma forma de expressar o que te faz mover;

– olhe os problemas sob todos os pontos de vista possíveis;

– acolha todas as ideias possíveis;

– procure ideias originais.

(Csíkszentmihályi, citado por Alsina e outros (2009). 10 Ideias clave – El aprendizage creativo. Barcelona:Grao)

 

Tens como contribuir para aumentar a lista?

Compartilhe!

 

Postado por Michel Assali, também no blog www.opnorte1.blogspot.com.br

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Meus desejos para o Ano Novo

 

Olá, gente…Times-of-the-Lord

 

Para o ano de 2015, desejo muita coisa para você. Sei que já te desejaram paz, saúde, amor, dinheiro, etc.

Mas o quero lhe desejar não é nada disso.

 

Quero lhe desejar apenas uma coisa, ENCONTROS.

 

Meu desejo é que neste novo ano você tenha encontros de todo o tipo, mesmo que não sejam tão bons, pois todo e qualquer encontro nos faz mais forte, mais humano e mais sensível. Os encontros promovem crescimento e aprendizagem.

 

Primeiro, quero que tenhas um encontro com Deus. Reserve para isso um espaço e tempo para isso. Não importa se na cidade, no campo, praia, ou outro lugar, pois sabemos que Deus está em toda parte e principalmente, dentro do nosso coração. Porém, não esqueças de que o silêncio e a oração os melhores templos para momentos de encontros com Deus.

 

E ao encontrar Deus, que suas reflexões possam permitir um encontro consigo mesmo. Com seu ser, com sua essência e que possa se permitir a reconhecer suas virtudes e falhas. E que ao reconhecê-las, possa ter inspiração para conseguir compreender, desenvolver e superar os novos desafios do próximo ano.

 

E que desse encontro com Deus e consigo mesmo, tenha toda a coragem, força e competência para enfrentar novos encontros.

 

Que possa ter sempre encontros com seus familiares. E muita serenidade para compreender todas as relações da família, seja em momentos carinho de amor, seja nos momentos de conflitos que possam surgir.

 

Que tenha maravilhosos encontros com seus amigos.  Amigos verdadeiros, não apenas colegas de trabalho. Encontros que fazem de nossos amigos fonte inesgotável de tantas alegrias e apoio em todos os momentos do ano novo.

 

E que tenhas os melhores encontros no seu trabalho ou ocupação. E nesse ambiente possa desenvolver o respeito, ética e aprender com todas as pessoas do seu relacionamento.

 

Que possas transformar esses ambientes de modo a promover a inspiração para novas ideias e contribuir na oferta do melhor serviço ou produto ao benefício das pessoas que dele necessitarem independentemente de conhecê-las ou não.

 

Enfim, desejo que tenhas tantos e felizes ENCONTROS no ano novo. Sejam eles encontros presenciais, virtuais ou espirituais, que permitam aprender e ensinar as maravilhas do conhecimento e da vida.

 

São meus sinceros desejos para o Ano Novo.

 

 

Postado por Michel Assali

 

 

 

 

 

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Feliz Natal!

Natal 1-2017
Feliz e Santo Natal!
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Verão 2017

Olá, gente…summer-nature-animated-gif-22

O verão chega.

Assim mesmo! Exibido, radiante, sem pedir licença.

Chega como uma criança inocente e brincalhona, espalhando a alegria numa explosão de luz, cores, calor e vida.

O verão chega para todos com dias mais longos e noites curtas.

Chega iluminando e molhando tudo com chuvas e trovoadas, fazendo-se presente sem discriminar seres vivos ou não. Chega sem preconceito de raça, sexo, religião ou condição econômica. É vida ao extremo.

Permita que a luz do verão ilumine sua vida e torne sua felicidade mais longa assim como os dias de verão.

Viva a vida! Viva o verão!

Postado por Michel Assali

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