Archives: fevereiro 2015

Como ajudar professores com dificuldades para lecionar

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Como ajudar professores com dificuldades para lecionar

Olá, gente…

A carreira do magistério é e sempre será insubstituível. A não ser que nossa existência passe a configurar como a história do filme “Matrix”, as relações interpessoais continuarão a dominar a existência humana. É neste aspecto que o trabalho educacional e a pedagogia se manterão como ações necessárias ao desenvolvimento humano desde a Educação Infantil, independentemente de qualquer tecnologia que seja criada.

Porém, iniciar a carreira como professor muitas vezes é algo difícil para alguns candidatos à docência. Nada fácil com turmas mais agitadas, diversidade, legislação, tendências pedagógicas, novos colegas, chefes, etc. Neste aspecto é muito comum bater a insegurança, o que é comum no início de qualquer emprego, e a ansiedade frente ao novo, ao inusitado e a compreensão do funcionamento de uma escola. E isso, não é apenas prerrogativa dos novatos, pois as dificuldades podem surgir até nos mais experientes professores quando trocam de escola, substituem ou iniciam seu trabalho em um novo ambiente.

Nesse sentido, a equipe gestora deverá ter plena consciência do problema e guardar sempre na manga um plano especial para ajudar o professor recém-chegado a superar essas dificuldades. O diretor, vice e coordenador pedagógico devem estar sempre prontos a favorecer essa integração entre os professores e alunos, até que o docente se sinta mais confiante e confortável para que seu trabalho possa fluir com segurança e naturalidade.

Visando contribuir com esse aspecto, compartilho algumas dicas coletadas ao longo de muito tempo pela experiência direta e por observações do cotidiano escolar.

A principal consiste em estar bem próximo a essas sugestões. Veja.

Relações interpessoais

Existem excelentes professores que são um pouco tímidos e necessitam de um pequeno apoio ou estímulo para serem mais acessíveis. Entender algumas das dificuldades e conseguir passar segurança é fundamental papel do gestor. Pequenas reuniões, atenção personalizada, verificar suas necessidades, perguntar sobre dificuldades, incentivar com elogios, etc., são receitas infalíveis e de resultados satisfatórios a curto e longo prazo. Contudo, é preciso sensibilidade e métodos eficazes  para uma aproximação saudável e profissional.

O importante é saber valorizar o profissional e estar pronto para subsidiar com suporte adequado para a boa prática pedagógica. Quando há a integração do professor com o coordenador ou demais gestores, as chances de resultados positivos são enormes.

Planejamento

Considerando que os gestores de modo geral, estão há mais tempo na escola, é fundamental que a interlocução, apresentação e convivência entre os pares ocorra inicialmente com maior frequência, permitindo que o novo professor se posicione e aos veteranos ou “semi-novos”  possam contribuir com a apresentação da parte administrativa da escola e das características da comunidade escolar. Planejamento, regimento, organização do trabalho, documentação, papel da secretaria, etc., precisam ser compartilhados com o novo professor. Isso ajuda muito na construção da visão e da cultura escolar quebrando preconceitos e distorções culturais. Pode ser um bom começo.

Nessa hora, o coordenador pode ajudar o professor a identificar o que a turma precisa, quais os tipos de aulas podem ser mais eficientes, quais os tipos de atividade se encaixam no tipo de comportamento dos estudantes, entre outros pontos que precisem ser observados.

Pode ser muito importante ajudar o docente a organizar e dividir o conteúdo de maneira que o programa seja totalmente cumprido ao final do período letivo estabelecido. Organizar as etapas do planejamento em períodos curtos (semana, mês), acompanhar e avaliar o processo contribui na formação da docência e na qualidade do trabalho. Sugerir ou permitir trocas de atividades entre os pares visando melhorar aspectos didáticos e metodologias podem se configurar como atitudes essenciais que ajudarão o docente a construir gradativamente sua autonomia.

Formação em serviço: oficinas, orientações e palestras.

A universidade não prepara nenhum profissional pronto e acabado para atuar. A prática na realidade traz desafios que a universidade discutiu à luz das teorias. Portanto, há casos em que a dificuldade pode estar até na seleção e preparação de materiais didáticos a serem utilizados na sala de aula. E não são casos isolados considerando o trabalho docente com o aluno do século XXI. Exigências como o uso das tecnologias, pode ser um grande problema e é preciso que os gestores reconheçam as dificuldades visando criar um itinerário pedagógico de formação em serviço. A escola pode trabalhar com essa questão, dando um treinamento geral para os docentes. O mesmo vale para o uso de métodos alternativos de ensino que sejam motivados pela escola. Treinamentos e palestras são essenciais para a melhor compreensão e para a troca de experiência entre os docentes.

Portanto, gestores e coordenadores precisam estar cientes e aptos a ajudar os novos docentes nessa empreitada visando produzir um trabalho que eleve a qualidade do ensino da escola.

Você tem mais algumas dicas? Encaminhe para compartilhar.

Encaminhe seus comentários sobre o assunto.

Postado por Michel Assali

A importância da determinação na aprendizagem

Olá, gente…

Compartilho com vocês o vídeo da palestra de Ângela Lee Duckworth, para subsidiar reflexões a respeito do trabalho docente.

Confira, compartilhe suas reflexões e encaminhe seus comentários.

Postado por Michel Assali

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A formação da competência profissional

competência profissional

Olá, gente…

Em palestras que realizo sobre a formação profissional da docência e gestão educacional, procuro chamar a atenção sobre três fatores que considero essenciais na construção da competência.

O primeiro fator, essencial para qualquer profissão, é a formação acadêmica, ou seja, a competência obtida no interior das escolas e da universidade. A graduação é o primeiro caminho que nos coloca à frente do problema. Aulas presenciais, controle da frequência, avaliação por meio de provas, etc., o conhecimento da ciência e do curso de nosso interesse profissional.

Porém, há que se compreender que a formação acadêmica é apenas uma parte pequena da nossa aprendizagem profissional, com extensos programas muito mais teóricos que práticos, portanto insuficientes para formar a competência profissional.

Isso nos leva ao segundo fator essencial: o trabalho profissional na área de interesse. É no trabalho que colocamos nossa teoria verdadeiramente em ação. O trabalho nos ensina a conhecer a grande diversidade humana. É no trabalho que vivenciamos a realidade das diferenças, seja com alunos, professores, chefes, colegas de trabalhos, pais, políticas educacionais, metodologias, etc. Também é no trabalho que aprendemos a nos conhecer melhor e a aprender a planejar e construir os espaços dos relacionamentos, convivências e a formação da competência profissional.

Todavia, o mundo evolui e sua formação acadêmica após um curto intervalo de tempo já não consegue explicar e se adequar às novas tendências da sociedade. O trabalho pode cair numa rotina que envelhece, ficando cada vez mais obsoleta, com forte tendência a ser “tradicional”.

Nesse momento, é preciso considerar o terceiro fator da formação competente: a atualização de conhecimentos profissionais. Não é mais possível ficar no conforto do diploma da graduação. É preciso se envolver com novos cursos, conhecer tendências, metodologias, teorias, etc. É tempo de aprender. Cursos de pós-graduação, extensão, especialização, ou curso de longa duração latu-sensu ou estrictu-sensu (mestrado ou doutorado). Mesmo assim, é fundamental ampliar e potencializar nossa visão e audição participando em eventos, congressos, seminários, workshops, etc.

É cada vez mais importante conhecer as políticas públicas locais e regionais para compreendê-las, criticá-las e contribuir nas proposições de alternativas viáveis para as comunidades.

Não é mais possível se abster da utilização das tecnologias de informação e comunicação (TIC) para formação da competência de qualquer profissional. A infinidade de cursos oferecidos e distribuídos pela internet na forma de educação à distância (EAD) ou outras modalidades, passam a compor uma teia de conhecimentos e relacionamentos que potencializam cada vez mais a formação competência profissional.

Portanto, a formação da competência profissional é algo que te pertence e de sua exclusiva responsabilidade e não da instituição ou organização em que trabalha. Caso venham a oferecer, aproveite, pois a carreira é sua.

Você tem algo a contribuir, encaminhe.

Deixe também seus comentários.

Postado por Michel Assali

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Caminhos da educação para 2015

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Olá, gente…

Compartilho o artigo escrito pelo  Portal Porvir sobre as tendências e rumos da educação para 2015, a partir de entrevistas com Michael Horn, cofundador e diretor-executivo do Clayton Christensen Institute e outros pesquisadores envolvidos com o tema. Confira.

“É cada vez mais comum encontrar plataformas tecnológicas – e atrativas – para promover aprendizado, jogos que imediatamente elaboram rankings da classe ou ferramentas que geram relatórios com desempenho de alunos. Mas professores ainda sentem falta de um norte que apoie e fomente estratégias para impulsionar o desempenho de alunos.

Especialistas ouvidos pelo Porvir consideram que 2015 pode começar a mudar esse quadro e veem como tendências que estarão no centro do debate educacional a adoção de plataformas de gestão de dados, o aprendizado baseado em competências e as novas formas de avaliar e de certificar conhecimentos. É por meio deste pacote inovador, segundo eles, que se conseguirá fomentar o empreendedorismo, a consciência e competências para resolver problemas urgentes relacionados à sustentabilidade e desenvolver as habilidades do século 21.

Tudo começa com o enfrentamento de dois grandes desafios: a garantia de conectividade plena, que permitirá acesso a recursos multimídia de maneira eficiente, e uma formação de professores que os prepare para inovar e lidar com ferramentas digitais.

Outra questão a caminho de ser resolvida é a fragmentação do ecossistema de tecnologias educacionais. Assim como acontece no mundo do entretenimento e dos sistemas operacionais de celulares, o impacto da tecnologia trouxe claros benefícios, mas gerou uma quantidade enorme de dados (big data) de aplicações — que nem sempre conversam entre si –, como jogos, plataformas adaptativas e aplicativos usados dentro ou fora da sala de aula. Por isso, Michael Horn, cofundador e diretor-executivo do Clayton Christensen Institute, vê o setor caminhando para a adoção de ambientes integradores conhecidos como LRM (sigla em inglês para programas de computador de gestão de aprendizado). “Eles são similares aos CRM [acrônimo também em inglês para ferramentas de gestão de relacionamento com o cliente, muito presentes em setores como o comércio] e surgem como uma nova categoria de ferramentas que tornarão mais produtivos os ensinos online, híbrido e por competências, além do desmembramento dos cursos universitários”, diz.

Horn coloca como pioneiras neste nicho empresas americanas como a Fidelis Education (onde ele também é um dos executivos) e a Motivis Learning, nascida a partir da College for America, uma iniciativa online da Southern New Hampshire University, que se dedica a ensinar e certificar competências através de projetos realizados totalmente à distância. “Essa tendência [de LRMs] crescerá rapidamente na educação superior em 2015, sendo seguida pelo ensino corporativo e, depois, pela educação básica nos próximos anos”, explica.

Este tipo de solução tecnológica também surge para tratar de um problema ligado à maneira com que o professor e líderes educacionais devem interagir com os dados. Se apenas o “dado útil” fosse coletado, seria mais fácil para tomar iniciativa, perceber falhas e corrigir o caminho de cada estudante. Mas isso não é tão simples, como explica o professor Alex Bowers, do Teachers College, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. “Mais dados não geram melhor desempenho, da mesma maneira que dirigir por um caminho mais longo não implica diretamente em uma melhora do caminho até o trabalho”, compara.

Ao longo do ano, os testes padronizados que formam rankings e que tanto preocupam gestores e políticos, também devem ocupar o centro da arena de debate e sofrer questionamento maior. David Albury, consultor independente de educação e diretor do Innovation Unit, chega a falar até em “desilusão” com este tipo de método para avaliar desempenho escolar. “Mais e mais países começam a entender as características e competências que jovens precisam para sobreviver e ser bem-sucedidos no século 21, como tomar iniciativa, criatividade, resolução de problemas de forma colaborativa, etc”, diz Albury.

Uma das receitas para alcançar esse aprendizado mais profundo, que dê conta das competências inter e intrapessoais, é novamente o uso da tecnologia e o olhar criterioso para os dados. Em recente estudo do grupo editorial Pearson publicado pelo Porvir, os consultores Michael Barber e Peter Hill preveem uma “revolução” que tirará o professor do trabalho repetitivo e pemitirá testes personalizados. “No lugar dos cumulativos, é possível realizar apenas aqueles com propósito específico [com possibilidade de repetição] e proporcionar relatórios que incentivam o crescimento sem a ideia de sucesso ou fracasso”, diz o documento.

A outra tendência citada por especialistas para atacar esse desafio começa antes da avaliação, mas permeia todo o processo de aprendizado, que deixa de ser guiado pelo tempo e passa a ser baseado em competências. Métodos como o ensino baseado na resolução de problemas e o uso elementos do mundo dos jogos são algumas das formas de concectar aprendizados com o mundo real. No Brasil, segundo Adriana Martinelli, consultora em educação e sócia-fundadora do LED (Laboratório de Experimentações Didáticas), será um ano importante para a expansão dos FabLabs, laboratórios integrados para aprendizado que combinam física, química com robótica e programação.

Com novas formas de ensinar e avaliar, a maneira de atestar conhecimento também é impactada e começa a ficar mais flexível, se adaptando aos conteúdos e à duração. Assim, surgem os nanocertificados (ou nanodegrees, em inglês), que oferecem apenas algumas áreas de cursos tradicionais, como o MBA, para o estudante se concentrar. Parece distante? A Udacity, empresa gestada na Universidade de Stanford, nos EUA, já oferece modelos de cursos assim que podem ser feitos online (e de qualquer lugar do mundo). A Fundação Mozilla, por meio do openbadges.org, também aposta na tendência de desmembramento dos cursos universitários e, junto a instituições como museus e centros de pesquisa, oferece badges (condecorações) online para atestar o domínio de uma determinada área de programação, por exemplo. Apesar de inovadoras, essas formas diferentes de chancelar o domínio sobre determinado assunto ainda enfrentam um grande desafio: convencer empregadores. “O ano de 2015 terá uma maior atividade de formas alternativas de certificação atuando sobre o mercado de trabalho, mas sua aceitação acontecerá em um ritmo menor do que a esperada pelas pessoas”, diz Michael Horn, do Clayton Christensen Institute.

“Tenho o sonho de que o nanodegree aterrisse no Brasil trazendo características muito parecidas com a residência, no curso medicina. É muito ligado à prática, dura entre seis meses e um ano, e você sai um especialista. Com ele, você dá ao aluno a chance de customizar a aprendizagem”, diz a consultora Adriana Martinelli. A expansão desta modalidade no Brasil também esbarra na lei que, dentre outros requisitos, exige 360 horas de aulas. “Por causa de regulamentação do MEC, por enquanto é possível criar cursos como esses de caráter livre, mas não como especialização”, diz.

Uma formação que conecta o indivíduo à realidade além do muro da escola, com competências específicas para resolver problemas, também propicia uma nova visão a respeito do empreendedorismo. “Um negócio bem-sucedido precisa atacar um grande problema para que as pessoas se interessem pelo produto. Olhando para coisas concretas, tecnologias para otimizar e reusar água vão abrir janelas de oportunidades para soluções que devem ser produzidas rapidamente, porque estamos falando de questões [como a falta de água] que atingem as maiores regiões metropolitanas do país”, diz Paulo Lemos, professor universitário e pesquisador da Unicamp. Os eventuais obstáculos para o desenvolvimento de novos negócios, de acordo com Lemos, servirão para mudar o viés “festivo” do ambiente de startups: “Muitas pessoas entram na onda até tomarem consciência que empreender não é sua praia, e que traz dificuldades. Até lá, novos negócios vão surgir e outros desaparecer para que a economia retome o crescimento”.

Você tem alguma contribuição? Encaminhe para compartilhar.

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Postado por Michel Assali

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Loucos por educação

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Olá, gente…

O período de férias, recesso, descanso, etc. acabaram e o ano letivo de 2015 chega com tudo, animado por muitos feriados e pelas expectativas da realização de um excelente trabalho educacional.

Elevar as expectativas nesse momento é fundamental considerando munir-se de todos os aparatos teóricos e práticos que nos possibilitam a exercer o trabalho educativo de forma plena e intensa.

Plena, no sentido de conceber a educação como ação desencadeadora de desenvolvimento de pessoas e intensa, no sentido de um profundo envolvimento e compromisso com os nossos sonhos enquanto pessoas e cidadãos.

Não sei se você é assim, louco por educação, mas encaminho abaixo  alguns itens que poderão testar esse comportamento considerando também que trata-se de traços do moderno educador.

Então, você…

– É mesmo maluco por educação?

– Gasta mais tempo preparando material e avaliação para as aulas do que a própria aula?
– Já teve momentos em que chorou ou teve ímpetos de jogar tudo fora?
– Alguma vez você já se sentiu impotente no trabalho docente?
– Aposta que a confiança dos alunos aumenta à medida que o ano letivo avança e não o contrário?
– Sonha e vive com jargões educacionais?
– Quer ensinar o tempo todo: antes, durante, depois da aula, nos recreios, pela internet, redes sociais, etc.?
– Se concentra muito mais na aprendizagem do que no ensino?
– Seu planejamento educacional é cheio de lembretes e mensagens indicando revisões e alterações visando melhorias?

– Briga para manter sempre elevados os padrões de desempenho dos alunos?
– Discute os padrões acadêmicos com seus superiores?
– Tem aluno que te acha muito chato?
– É chamado de “caxias” por colegas de trabalho?
– Dorme pensando em modelos e técnicas para as próximas aulas?
– Busca muitas informações sobre educação em sites e redes sociais do que notícias comuns?
– Tem muito interesse em conversar com os parentes de seus alunos?
– Suspeita quase sempre de que o conteúdo empacotado nem sempre é conveniente para aquele momento ou turma?
– Os alunos parecem chateados quando você fica decepcionado com os desempenhos apresentados?
– Sempre pensa que poderia ter feito mais e melhor?

Se você responder “sim” a pelo menos 7 itens, então você é professor moderno e maluco por educação.

Caso tenha itens a acrescentar ou suprimir, encaminhe seus comentários.

 Postado por Michel Assali

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O que são Moocs?

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Olá, gente…

Você sabe o que são MOOCs?

São cursos livres elaborados por universidades importantes com o objetivo de democratizar e potencializar o conhecimento. Eles são gratuitos e podem ser acompanhados por qualquer pessoa interessada.

Os Moocs (sigla, em inglês, para Curso On-line Aberto e Massivo) são a nova moda em ensino a distância. Elaborados por algumas das universidades mais importantes do mundo, eles são variados: há cursos sobre política, gestão de projetos e até história do rock!

E o melhor: as aulas podem ser vistas no horário que você preferir, sem pagar nada. “Qualquer um que tenha internet pode fazer esses cursos”, fala Carlos Souza, fundador do Veduca, portal brasileiro que reúne vários Moocs.

Além das aulas, há fóruns com outros alunos, materiais didáticos on-line e até contato com professores para tirar dúvidas. Se você está a fim de aumentar seus conhecimentos, se atualizar e, de quebra, turbinar seu currículo, é a sua chance!

Veja alguns cursos que você pode fazer.

– A Psicologia da Felicidade

Tem duração de duas horas, divididas em sete aulas. Entre os tópicos abordados estão ciência da felicidade, psicologia positiva e origens do prazer. O curso traz aulas de diferentes professores, todas em inglês, mas com legendas em português. Em abr.ai/psicologia.

– Língua Portuguesa

Tem duração de um mês. Neste curso, você aprende sobre crase, verbos, pronomes, concordância e pontuação. A melhor parte é que ele oferece certificados de graça. Há datas específicas para começar o curso. Veja em abr.ai/portugues.

– Ciência Política: Qualidade da Democracia

Tem duração de 12 horas, divididas em 18 aulas. Os professores fazem uma análise sobre a situação política do Brasil, suas instituições democráticas e seus sistemas políticos. Para assistir, acesse abr.ai/politica.

– Alterações Climáticas

Tem duração de oito semanas. Entre os tópicos das aulas (de 5 minutos cada) estão economia, desenvolvimento sustentável e políticas para mudanças climáticas. Conta com textos e exercícios complementares. Acompanhe em abr.ai/clima.

– Gestão de Projetos

O curso da Universidade de São Paulo (USP) tem duração de 11 aulas, de 15 minutos cada, e apresenta conceitos básicos de gestão de projetos, planejamento e gestão de tempo. Há questões entre as aulas para você avaliar seus conhecimentos. Vá em abr.ai/projeto.

Outras sugestões:

– Boas opções para aprender outras línguas . miriadx.net

– Traz cursos de faculdades ibero-americanas, como Universidade Politécnica de Madrid. A página tem versão em português. edx.org

– Instituições famosas, como Harvard e MIT que oferecem Moocs. Os temas dos cursos vão de comida a indústria da música. A maioria está em inglês. openuped.eu

– Tem cursos de universidades europeias, em línguas como espanhol e francês. Alguns ficam disponíveis mesmo após a data de conclusão. coursera.org

Oferece cursos de várias faculdades ao redor do mundo. Já existem cursos traduzidos em português pela Fundação Lemann

Você conhece outras sugestões de Moocs? Compartilhe.

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Postado por Michel Assali

 

 

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