Archives: abril 2015

Invariantes Pedagógicas de Freinet

Olá, gente…Freinet

Remexendo em alguns materiais guardados ao longo da carreira de educador, encontrei alguns textos e livros sobre as idéias de Celestin Freinet, pedagogo francês.

Dentre os princípios que norteiam suas teorias pedagógicas, Freinet cita suas clássicas Invariantes Pedagógicas, das quais faço questão de destacar algumas delas para contribuir nas nossas reflexões sobre educação.

Leia, pense, reflita e compartilhe:

  1. A criança é da mesma natureza que o adulto.
    2. Ser maior não significa necessariamente estar acima dos outros.
    3. O comportamento escolar de uma criança depende do seu estado fisiológico, orgânico e constitucional.
    4. A criança e o adulto não gostam de imposições autoritárias.
    5. A criança e o adulto não gostam de uma disciplina rígida, quando isto significa obedecer passivamente uma ordem externa.
    6. Ninguém gosta de fazer determinado trabalho por coerção, mesmo que, em particular, ele não o desagrade. Toda atitude imposta é paralisante.
    7. Todos gostam de escolher o seu trabalho mesmo que essa escolha não seja a mais vantajosa.
    8. Ninguém gosta de trabalhar sem objetivo, atuar como máquina, sujeitando-se a rotinas nas quais não participa.
    9. É fundamental a motivação para o trabalho.
    10. É preciso abolir a escolástica.
    10- a. Todos querem ser bem-sucedidos. O fracasso inibe, destrói o ânimo e o entusiasmo.
    10- b. Não é o jogo que é natural na criança, mas sim o trabalho.
    11. Não são a observação, a explicação e a demonstração – processos essenciais da escola – as únicas vias normais de aquisição de conhecimento, mas a experiência tateante,que é uma conduta natural e universal.
    12. A memória, tão preconizada pela escola, não é válida, nem preciosa, a não ser quando está integrada no tateamento experimental,onde se encontra verdadeiramente a serviço da vida.
    13. As aquisições não são obtidas pelo estudo de regras e leis, como às vezes se crê, mas sim pela experiência. Estudar primeiro regras e leis é colocar o carro na frente dos bois.
    14. A inteligência não é uma faculdade específica, que funciona como um circuito fechado, independente dos demais elementos vitais do indivíduo, como ensina a escolástica.
    15. A escola cultiva apenas uma forma abstrata de inteligência, que atua fora da realidade fica fixada na memória por meio de palavras e idéias.
    16. A criança não gosta de receber lições autoritárias.
    17. A criança não se cansa de um trabalho funcional, ou seja, que atende aos rumos de sua vida.
    18. A criança e o adulto não gostam de ser controlados e receber sanções. Isso caracteriza uma ofensa à dignidade humana, sobretudo se exercida publicamente.
    19. As notas e classificações constituem sempre um erro.
    20. Fale o menos possível.
    21. A criança não gosta de sujeitar-se a um trabalho em rebanho. Ela prefere o trabalho individual ou de equipe numa comunidade cooperativa.
    22. A ordem e a disciplina são necessárias na aula.
    23. Os castigos são sempre um erro. São humilhantes, não conduzem ao fim desejado e não passam de paliativo.
    24. A nova vida da escola supõe a cooperação escolar, isto é, a gestão da vida pelo trabalho escolar pelos que a praticam, incluindo o educador.
    25. A sobrecarga das classes constitui sempre um erro pedagógico.
    26. A concepção atual das grandes escolas conduz professores e alunos ao anonimato, o que é sempre um erro e cria barreiras.
    27. A democracia de amanhã prepara-se pela democracia na escola. Um regime autoritário na escola não seria capaz de formar cidadãos democratas.
    28. Uma das primeiras condições da renovação da escola é o respeito à criança e, por sua vez, a criança ter respeito aos seus professores; só assim é possível educar dentro da dignidade.
    29. A reação social e política, que manifesta uma reação pedagógica, é uma oposição com o qual temos que contar, sem que se possa evitá-la ou modificá-la.
    30. É preciso ter esperança otimista na vida.

Veja caro leitor, que apesar  de tanto tempo, as ideias de Freinet estão bem vivas no mundo contemporâneo da sala de aula.

Tem alguma contribuição, encaminhe ou deixe seus comentários.

Postado por Michel Assali

Conselho de Classe, Ano e Série: Espaço de avaliação e tomada de decisões

conselho de classe

Olá, gente…

É tempo de pensar o desempenho dos alunos! É tempo de reunir um dos colegiados fundamentais da escola. Tempo de reflexão do trabalho pedagógico. Tempo de reunir o Conselho de Classe, Ano e Série.

A avaliação, enquanto processo referencial, interativo e formativo, deve ser entendida como uma ação capaz de fornecer informações precisas e qualitativas sobre os processos de aprendizagem, visando produzir tomadas de decisões que se traduzam em ações conjuntas para a melhoria da aprendizagem e do desenvolvimento das potencialidades do aluno.

O Conselho de Classe, Série e Termo, que ocorre ao final de cada bimestre ou trimestre, tem como objetivo realizar a análise do processo ensino-aprendizagem, levantando hipóteses sobre a situação individual e coletiva do desempenho dos alunos. Deve ser visto como um meio, uma ferramenta, um indicador das dificuldades e avanços dos alunos, bem como um instrumento para avaliar a eficácia e eficiência dos planos de ensino e do trabalho docente.

Neste sentido, a participação de todos os docentes no referido Conselho é fundamental para que se possam realizar as intervenções necessárias e imediatas, oferecendo-se todas as possibilidades para que a aprendizagem ocorra, tendo em vista o sucesso do aluno.

A participação da equipe docente e coordenação não tem apenas caráter legal uma vez que possibilita ao desenvolvimento de responsabilidades para com o processo, pois favorece:

– a postura do educador frente ao processo ensino-aprendizagem;

– a coerência entre prática pedagógica e a proposta da escola;

– aproximação e melhor relacionamento entre professor e aluno;

– coerência entre critérios de avaliação adotados pelos diferentes professores;

– intervenções necessárias nos aspectos relacionados à recuperação contínua, reforço ou atividades diversificadas visando à superação das dificuldades de aprendizagem.

– levantamento de grupos de alunos, para encaminhamentos ao reforço e atendimento especial do professor na recuperação contínua;

– acompanhamento de todo o processo ensino-aprendizagem pela direção e coordenação, para atuação mais próxima e imediata, orientando o professor sobre sua didática, sua metodologia e seu critério de avaliação.

Após o Conselho, os dados coletados podem ser traduzidos em gráficos e relatórios de acompanhamento, permitindo uma visão geral dos resultados, para redirecionamento da ação pedagógica e elaboração de um plano de intervenção eficaz.

Esse procedimento de análise permite que a equipe escolar se autoavalie, busque alternativas e priorize ações, para que todos tenham oportunidade de aprender, garantindo o direito do aluno a um ensino de qualidade e o cumprimento da Proposta Pedagógica da escola.

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Postado por Michel Assali

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Para ser um professor inovador

Olá, gente…inovação na escola

Um dos termos do momento, que tem marcado o início do século, sem dúvida é “inovação”.

Inovação tem impregnando textos, discursos, artigos e palestras nos diversos setores sociais e em todos os cantos do planeta de forma predominante.

Logicamente, a educação não poderia prescindir de discussão do tema em seu aspecto abrangente, tendo em vista a ênfase dada ao setor pelos diferentes sistemas de avaliações internas e externas, conclamando os governos à aplicação de fortes investimentos nas áreas educacionais no mundo inteiro.

Entretanto, quando se pensa em inovação em educação é preciso não se deixar levar apenas pelo uso das novas tecnologias, uma vez que estas se constituem como ferramentas facilitadoras do trabalho educacional, potencializando o uso da informação na apropriação e aprofundamento do conhecimento.

A inovação do trabalho pedagógico se caracteriza por se concentrar no uso de novas metodologias sustentadas por teorias educacionais favoráveis ao desenvolvimento das potencialidades das crianças e jovens, de modo a atender as demandas sociais do Séc. 21.

Aprendizagem baseada em problemas (PBL), aprendizagem baseada em projetos (PBL), aprendizagem baseada em jogos (GBL), etc., são exemplos já mencionados em postagens anteriores como possibilidades, que aliadas ao ensino híbrido (ou blended learning), podem facilitar a produção de inovações em educação.

Porém, a produção dessa inovação exige dos educadores posturas pedagógicas diferenciadas, porém fundamentais que facilitem o trabalho criador, permitindo que os atores educacionais não sejam apenas consumidores, mas também, produtores de educação e metodologias.

Os ingredientes posturais descritos abaixo são sugestões para iniciar uma reflexão e têm a função de provocar a mente sobre alguns e outros aspectos a serem considerados.

Nesse sentido a inovação em educação pode estar mais próxima e mais simples do que imaginamos.

Vejamos:

– Prioridade:

É preciso ter muito claro os objetivos fundamentais do cargo, área ou disciplina de atuação. O que nosso aluno precisa aprender? Quais as habilidades e competências a desenvolver? Qual o melhor e mais adequado método a ser empregado? Que recursos facilitam a aprendizagem? Como se relacionar com a comunidade?  Clareza sobre onde estamos e para onde vamos?

Essas e outras prioridades devem fazer parte da formação do educador e da cultura escolar, condição que facilita a produção de inovação.

Convém lembrar: “Quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve…”

-Altruísmo:

A criatividade pode surgir no individual, porém a inovação somente se dá no coletivo. Não existe inovação individual no interior das instituições. O isolamento do educador ou de uma área de ensino é limitador e não contribui para que a inovação seja compartilhada. Como conseqüência, resistência e estagnação acabam por bloquear e anular processos que seriam valiosos para a inovação.

“Se você quiser ir rápido, vá sozinho; Se quiser ir longe, vá junto.”

– Tempo, disponibilidade e energia:

Ao contrário do que muita gente pensa, recursos financeiros e materiais são os menos problemáticos para a inovação, uma vez que são passíveis de obtenção.

É preciso se concentrar nas pessoas, no tempo necessário ao planejamento, que requer disponibilidade e dispêndio de concentração e energia.

– Modelos e exemplos:

Modelos e exemplos são importantes para servirem de elementos de apoio e crítica e inspiração para produzir novos e apropriados modelos e fundamentar o aperfeiçoamento do trabalho pedagógico. Analisar modelos existentes contribuem para a formação de opiniões e estabelecer critérios de análise e auto-avaliação para a criatividade e consequentemente, para atitudes inovadoras.

– Disposição para correr riscos:

“Os barcos estão seguros nos portos. Mas, não foram feitos para isso!”.

Segurança, todos queremos. Porém o excesso de segurança promove a estagnação. É preciso correr riscos se quisermos inovar. E isso significa estar preparado para as situações de fracasso, o que ninguém quer. Razão pela qual a preparação para o novo exige também inovação dessa preparação e do planejamento.

– Confiança:

A inovação em educação exige, além dessas posturas, uma sensível dose de confiança em si mesmo e nas pessoas envolvidas no processo.  A confiança no trabalho é fundamental para que a inovação a ser implantada tenha credibilidade junto à comunidade escolar. O sinal verde para a concretização das propostas inovadoras deverá ter o aval dos superiores, pares, alunos e comunidade, tendo em vista as argumentações e justificativas de seus idealizadores.

Pense sobre o assunto e seja você um educador inovador.

Você tem outras sugestões?

Encaminhe para compartilhar.

Postado por Michel Assali

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Qual a graduação que forma mais bilionários no mundo?

Olá, gente…money

Você sabe qual graduação forma mais bilionários no mundo?

Pois, surpreenda-se à divulgação dos resultados da pesquisa britânica sobre o assunto. A redação do site www.administradores.com.br, publicou a notícia abaixo, no dia 31 de março de 2015.

A plataforma online britânica Approved Index blog, que assessora empresas em operações de B2B, divulgou no último dia 25/03 o relatório de um levantamento que realizou sobre os bilionários do mundo. A pesquisa levantou dados como países que mais geram super ricos, os setores da economia e quais os cursos universitários que mais formaram magnatas. Nesse último aspecto, um detalhe chamou atenção: os sem graduação são maioria entre os que têm mais dinheiro.

De acordo com o levantamento, 32% dos bilionários do mundo não têm nível superior, o que coloca a categoria “Sem graduação” no primeiro lugar do ranking. Em segundo aparece Engenharia, área em que 22% dos super ricos são formados. A formação em “Negócios”, o que inclui os cursos de Administração, é a terceira, com 12%.

Abaixo, o top 10 das graduações dos bilionários do mundo:

1 – Nenhuma (32%)
2 – Engenharia (22%)
3 – Negócios (12%)
4 – Artes (9%)
5 – Economia (8%)
6 – Finanças (3%)
7 – Ciências (2%)
8 – Matemática (2%)
9 – Direito (2%)
10 – O somatório de outras graduações corresponde a 8% do total.

Quando a pergunta é “Bilionários com quais graduações ganham mais dinheiro?”, a coisa muda um pouco de figura e a Engenharia assume o topo da lista. Os sem graduação são os segundos mais ricos e os formados em Negócios aparecem na terceira posição.

Veja o ranking completo abaixo:

1 – Engenharia (US$ 25,77 bilhões/bilionário)
2 – Nenhuma (US$ 24,03 bilhões/bilionário)
3 – Negócios (US$ 22,5 bilhões/bilionário)
4 – Economia (US$ 22,1 bilhões/bilionário)
5 – Artes (US$ 20,51 bilhões/bilionário)
6 – Matemática (US$ 17,75 bilhões/bilionário)
7 – Finanças (US$ 15,83 bilhões/bilionário)
8 – Direito (US$ 13,2 bilhões/bilionário)
9 – Ciências (US$ 12,05 bilhões/bilionário)
10 – Entre outras graduações, a média é de US$ 19,66 bi por bilionário

Pois é! Veja como vale a pena empreender.

Você tem algum comentário sobre o assunto?  Encaminhe!

Postado por Michel Assali

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Cursos online: 11 sugestões!

Olá, gente…learn

Fazer um curso online tem sido um dos grandes desafios do século XXI, principalmente para as gerações que nasceram a partir da segunda metade do século XX.

O paradigma da aprendizagem presencial exerce uma força muito grande por garantir uma agenda e rotina rigorosa imposta pela organização da escola ou universidade escolhida.

Pensar e agir fora dessa caixa para aprender  é sem dúvida um desafio que exige disciplina e organização pessoal, sendo necessária uma rotina nova e personalizada.

Estudar fora da escola, “por conta”, não é em si, uma novidade considerando que no século passado proliferaram cursos por “correspondência” com a utilização dos correios, do rádio e da TV.

Atualmente com o advento da internet e o acesso à informação em massa, globalizada e mediada pelas Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), a quantidade de cursos online cresceu de forma geométrica em diversas e novas áreas do conhecimento, oferecidas gratuitamente ou a pagamentos acessíveis, ratificando a modalidade EAD (ensino à distância), principalmente em cursos de especialização, pós-graduação, etc.

Porém, o estudo online exige, como dito acima, organização, disciplina e foco. É fundamental que o interessado, reserve o tempo para os estudos na agenda semanal como se fosse participar de um curso presencial.

Como a distração e divagação são fatores que prejudicam a atenção, e fundamental elaborar um plano de ações para manter o foco nos conteúdos, tarefa nada fácil. O ideal é estudar em um momento em que haverá poucas interrupções de amigos ou familiares.

Para não abandonar os cursos no meio do caminho, use os ambientes sociais das plataformas de educação para interagir com outros estudantes. Essa interação é importante para esclarecer dúvidas e se manter no passo do grupo.

Sites como o Coursera (www.coursera.org) e o Veduca (www.veduca.com.org), oferecem, gratuitamente ou a preços acessíveis, conteúdos relevantes de professores renomados ou de grandes universidades.

Veja a seguir, 11 cursos (a maioria gratuitos) para você se desenvolver nas mais variadas disciplinas.

1-Aprenda a descobrir se uma ideia tem futuro e a reduzir os riscos de fracasso.  

Carga horária: 3h30

Idioma: Português

Link: www.udemy.com/comocriarumastartupdesucesso compoucosrecursos

2- Seja mais criativo (Ser más creativos)

Guadalupe Vadillo, da Universidade Nacional Autônoma do México, mostra rotinas,  conceitos e técnicas que ajudam  a desenvolver a criatividade.

Carga horária: 5 h

Idioma: Espanhol

Link: www.coursera.org/learn/creatividad

3- Treinamento de liderança inclusiva: tornando-se um líder de sucesso (Inclusive Leadership Training: Becoming a Successful Leader)

O que diferencia um bom líder de um mau líder? O curso aborda esse paralelo e apresenta técnicas e alternativas para o desenvolvimento da gestão de pessoas.

Carga horária: 4 h  Idioma: Inglês

Link: www.edx.org/course/inclusive-leadership-training-becoming-catalystx-ilx1

4- Como montar uma argumentação persuasiva

Em sete vídeos, Alessio Alionço, CEO do Pipefy, empresa de organização de processo, ensina técnicas básicas de argumentação e modos de persuadir clientes e colegas.

Carga horária: 1 h

Idioma: português

Link: www.udemy.com/13-passos-para-a-argumentacao-de-vendas-perfeita

5- Administração do tempo

O curso aborda técnicas e alternativas de administração do tempo.

Carga horária: de 20 h a 100 h

Idioma: Português

Link: www.iped.com.br/adminis tracao/curso/administracao-do-tempo

6- Marketing para empreendedores

Especialistas em marketing mostram as estratégias para que empreendedores atraiam mais clientes.

Carga horária: 4h30

Idioma: Português

Link: www.udemy.com/mar ­ketingparaempreendedores

7- Como construir uma grande equipe

Conceitos de gestão e administração de recursos humanos aplicados à seleção de pessoas para constituir uma equipe de sucesso e sintonizada com os valores da empresa.

Carga horária: 4 h

Idioma: Português

Link: www.portaleducacao.com.br/recursos-humanos/cursos/7374/curso-de-gestao-de-pessoas-­como-construir-uma-grande-equipe

8- Comportamento e comunicação em eventos empresariais

Apresenta as principais diretrizes de comportamento e etiqueta em eventos empresariais e como fazer uso dessas técnicas para o crescimento profissional.

Carga horária: 60 h

Idioma: Português

Link: www.portaleducacao.com.br/administracao/cursos/219/ curso-de-comportamento-e-comunicacao-em-eventos- empresariais

9- Motivação (Só para empresas) 

Em 50 minutos, o consultor Eugênio Mussak mostra como as pessoas podem se motivar e motivar suas equipes.

Carga horária: 50 min

Idioma: Português

Link: www.ciatech.com.br/curso/motivacao

10- Gestão da inovação

De maneira simples e didática, Mario Sérgio Salerno, professor da Escola Politécnica da USP, discute os principais aspectos da organização e da gestão de inovação nas empresas.

Carga horária: 13 h

Idioma: Português

Link: www.veduca.com.br/play/7207

Startup: Ferramentas para começar seu negócio

11- – Líderes empreendedores

Esse curso reúne 13 palestras curtas ministradas por nomes de peso no mundo dos negócios, como Marissa Mayer, CEO do Yahoo!. Eles discutem temas que vão de formação de parcerias a transformação de projetos.

Carga horária: 50 min

Idioma: Inglês

Link: www.veduca.com.br/play/3370

Se você tem outros cursos a sugerir, encaminhe para que possamos compartilhar.

Tem algum comentário? Encaminhe também!

Postado por Michel Assali   Meu logo 3

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Feliz Páscoa!

Olá, gente…mensagens_pascoa_tudo_se_renove


Que as bençãos de Deus cubram seus passos a cada dia, fazendo renascer a esperança na sua vida e no seu coração.


Feliz Páscoa a você e família! 

Michel Assali

 

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