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Análise SWOT: pode ser aplicado à Educação?

Olá, gente…competência profissional

Sabemos que a Gestão Educacional teve origem na Administração Geral e, à medida que os conhecimentos da Filosofia, Sociologia e Psicologia evoluíram, seus impactos afetaram sensivelmente a Pedagogia, a administração escolar e a visão do processo ensino-aprendizagem.
Nessa perspectiva, no finalzinho do século XX, as corporações e instituições públicas, resgatam a importância da pessoa como elemento principal da produção. Surge o conceito de Gestão como termo mais apropriado para as relações humanas no trabalho e, em especial, para Gestão Educacional.

Porém, alguns conhecimentos da Gestão em Administração podem e até devem ser utilizados e adaptados para a Gestão Educacional visando a avaliação institucional e a tomada de decisão.

SWOT_estratégia (1)

Uma das ferramentas muito interessantes para a gestão é a Análise do SWOT.

A Análise SWOT não tem um criador definido, mas muitos acreditam que ela tenha sido desenvolvida na década de 1960, por professores da Universidade Stanford, a partir da análise das 500 maiores empresas dos Estados Unidos. Portanto, como qualquer outra ferramenta considerada clássica na administração, a Análise SWOT também foi pensada considerando o contexto da grande empresa e, posteriormente, passou a ser adotada também em outras situações, como em empresas de menor porte e em instituições educacionais.

SWOT_estratégia (2)

Ferramenta para tomada de decisão e formulação de estratégia sendo a base para a elaboração do planejamento estratégico a Análise SWOT usa uma planilha para coletar informações de pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças no ambiente interno e externo à instituição.

“Se conhecemos o inimigo (ambiente externo) e a nós mesmos (ambiente interno), não precisamos temer o resultado de uma centena de combates. Se nos conhecemos, mas não ao inimigo, para cada vitória sofreremos uma derrota. Se não nos conhecemos e nem ao inimigo, sucumbiremos em todas as batalhas”  (Sun Tzu)
Significados envolvidos:

– Strengths (forças) – vantagens internas da instituição em relação às concorrentes. Ex.: qualidade do serviço ou produto oferecido, bons controles e acompanhamentos internos, organização financeira, etc;

– Weaknesses (fraquezas) – desvantagens internas da instituição em relação às concorrentes. Ex.: altos custos dos serviços ou produção, imagem ruim na comunidade, instalações inadequadas ou obsoletas, nome ou marca fraca, etc;

– Opportunities (oportunidades) – aspectos externos positivos que podem potenciar a vantagem competitiva da instituição. Ex.: mudanças nos hábitos da clientela ou comunidade, concorrência fraca, etc;

– Threats (ameaças) – aspectos externos negativos que podem por em risco a vantagem competitiva da instituição. Ex.: novas instituições instaladas na região, perda de profissionais importantes, etc.

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Postado por Michel Assali