Archives: dezembro 2015

O Ano Novo se aproxima!

 

Olá, gente…

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Que o Ano Novo que se aproxima, possa realmente trazer à sua vida e de sua família, a concretização dos sonhos, desejos e contemple todas suas expectativas, proporcionando saúde, paz e muitas alegrias.
Forte abraço,

Michel Assali

Neste Natal tecle AMOR!

Olá, gente…Feliz e santo natal

Nosso mundo está cada vez mais repleto de tecnologias. Usamos, falamos, vivemos e, agora, até vestimos “gadgets”, que possibilitam conexões em tempo real e em 24 horas do nosso dia.

Somos bombardeados constantemente com linguagens específicas do internetês, smartfones e relógios inteligentes. Tablets de diversos tamanhos e modelos, laptops e uma imensa quantidade de aplicativos dos quais usamos apenas uns 15%.

Não bastam o e-mail, msm, além de mensagens sonoras  e imagens enviadas em tempo real que vem influenciando e impactaram nossos comportamentos físicos, filosóficos e  intelectuais. O que vem após  teclar “enter” é sempre inusitado.

 

Teclas, toques, imagens e sons são predominantes, globalizados e sincronizados em todos os dispositivos digitais, indiscriminadamente sem constrangimento e muitas vezes sem as devidas precauções, pois quando menos se espera, acarretam por invadir nossa privacidade.

Uau! As tecnologias nos conectam com o mundo numa grande teia potencializando nosso cérebro e muitas vezes, acarretando uma solidão e a falta da leitura de posturas do corpo, das expressões do rosto e das interpretações dos olhares.

Com tanta tecnologia, porém, sente-se a falta do aplicativo mais importante nas relações entre pessoas. É o AMOR!Amor

Tecle AMOR! Toque AMOR! Digite AMOR! Baixe AMOR!

Comece sua mensagem com AMOR, recheie-a de AMOR e finalize-a com AMOR.  Cultive o AMOR, porque ainda é tempo.

Nenhuma tecnologia, por mais avançada que seja é capaz de substituir o AMOR.

Somente o amor preenche todos os vazios deixados pela ciência e tecnologia, pois AMOR nunca foi, nunca é e,  nunca será demais.

Neste Natal, coloque mais amor à mesa e Cristo no seu coração.

O tempo do Natal nos mostra o caminho.

Aproveite o tempo!

Feliz Natal! Muita paz e muito AMOR!

Postado por Michel  Assali

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O que dizer na reunião final deste ano?

Olá, gente…Final de ano

Em um ano tão difícil como esse, com um susto atrás do outro, certamente um gestor, líder ou gerente, terá muito a pensar sobre o que dizer na reunião final da instituição em que atua.

Se o líder apenas mostrar os mesmos erros e responsabilizar terceiros pelos problemas, , socializando os fracassos, como se todos os dias do ano foram somente péssimos, correrá um sério risco de provocar maior desmotivação no grupo.

Culpar fatores externos, como política, economia, etc., passa a ser a saída mais fácil a justificar o insucesso, a mesmice dos problemas e consequentemente sua provável continuidade para o próximo ano.

É preciso ter claro que é esse o momento de provocar a reflexão sobre como enfrentar os futuros desafios, promovendo ciclos ou rodas de conversas para que o grupo apresente suas ideias. Simples ou sofisticadas, é preciso que as pessoas se envolvam com os problemas e as propostas de soluções bem como para a superação das dificuldades.

‘Todo mundo está cansado!” dirão algumas vozes. Porém, há que se ter claro que no furor da tensão ideias novas podem surgir nesse momento, que após o período de festas ou férias, podem ser retomadas e constituir excelentes  projetos para a solução de diversos problemas.

Nesse momento, é fundamental apresentar todos os exemplos de sucesso do ano, do mais simples ao mais elaborado.  Mostrar as causas e motivos que permitiram isso. Elogiar coletivamente destacando os aspectos positivos dos diferentes setores e em seguida comentar sobre o que poderia ter sido melhorado. Estimular as pessoas para que, a partir desses exemplos, contarem casos de sucesso, de insucesso e de como podem propor melhorias ou superação dos fracassos.

É importante demonstrar que atingir objetivos é mais do que papel escrito e boas intenções e que para isso é fundamental desenvolver atitudes positivas, planejamento e envolvimento no trabalho para favorecer agregar conhecimentos e avanços pessoais e profissionais.

Pense sobre o assunto e boa reunião.

Tem outras sugestões? Encaminhe seus comentários.

Postado por Michel Assali

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Como evitar a síndrome do “apagar fogo” nas organizações – Parte I

Olá, gente…fogo

Recebi um excelente material sobre Gestão o qual faço questão de compartilhar com vocês, principalmente se você atua na gestão educacional ou empresarial. Esse material foi postado no site http://www.hmdoctors.com/

Além de interessantes, algumas das sugestões poderão ser analisadas e adaptadas ao sua prática cotidiana e pertinente às instituições e organizações. Confira!

“Na maioria das organizações há momentos em que se faz necessário apagar incêndios.  Isso pode ser visto, sobretudo quando há mudanças nas gerências ou diretorias, onde os gestores entram na organização praticamente com uniforme e capacete, capitaneando o “corpo de bombeiros” da instituição.

 

Por vezes isso, infelizmente, é inevitável. Porém, de forma alguma, essa situação pode ser considerada normal e virar uma rotina, se acomodando a ela.

O caos instalado deverá ser controlado e depois bem gerenciado para chegar a implantar uma gestão planejada e estratégica.

Esta síndrome se torna presente, quando não há uma abordagem sistemática na resolução de problema que surgem no dia-a-dia, geralmente as soluções são provisórias, você só tem tempo para decidir qual tarefa irá fazer e qual irá adiar, sendo que por vezes nem você mesmo sabe por que está fazendo isso ou aquilo,

Dessa forma, você sempre tem mais coisas para fazer, problemas e gargalos, até virar uma grande e incontrolável “bola de neve”, que somente irá manter o processo em funcionamento, mas sem direção, e com uma alta dose de esforços e desgaste humano e financeiro.

A organização que convive com a síndrome de “apagar incêndios”, geralmente apresenta um conjunto de sintomas, que são:

– Não há tempo para resolver todos os problemas;

– As soluções são incompletas e/ou provisórias, apenas os aspectos superficiais são resolvidos;

– Os problemas reincidem e muitas vezes “transbordam”: soluções incompletas fazem com que velhos problemas reapareçam ou criam novos problemas;

– A urgência precede à importância: esforços aprofundados para resolução de problemas e atividades de longo prazo são frequentemente interrompidos ou adiados, pois os “incêndios” tem que ser apagados;

– E também, muitos problemas tornam-se crises: os problemas “fermentam”, até que explodem, muitas vezes um pouco antes de um prazo final importante.

Se você já percebeu que sua instituição tem alguns desses “sintomas”, cuidado! Pode estar a caminho de uma “doença grave”, que se não tratada a tempo, pode levar à falência ou ao aumento do caos.”

Muita calma nessa hora!

Existem alguns métodos para prevenir ou em último caso remediar a situação.

Detalharemos esses métodos na próxima postagem. Acompanhe!

Postado por Michel Assali

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Meus 10 erros ao lecionar!

Olá, gente…Final de ano escolar

O ato de lecionar é uma “caixa de surpresas”, como dizem sobre o futebol.

Não existem duas aulas iguais, por mais que se prepare para isso. Ao lidar com a diversidade de pessoas e a multiplicidade de relações, um sucesso de uma aula para determinada classe pode resultar num fracasso em outra.

É preciso ter consciência de que o trabalho docente, além de ser uma arte para poucos, seus resultados raramente se mostram em curto prazo. Nessa trajetória, cometemos acertos e erros. Os acertos? Muito bom! Os erros? Aprendemos com eles. Jamais devemos esmorecer com nossos erros na docência.

Seguem abaixo grandes erros que eu cometia e que, infelizmente, muitos Professores ainda estão cometendo de forma ingênua ou inconsciente.

– Erro nº 1: Querer que toda a classe seja homogênea.

– Erro nº 2: Querer disciplinar a classe de uma só vez.

– Erro nº 3: Discutir com aluno e levar o caso como pessoal.

– Erro nº 4: Prometer e não cumprir.

– Erro nº 5: Forma inadequada no uso da linguagem verbal e corporal.

– Erro nº 6: Querer parecer como amigão do aluno.

– Erro nº 7: Achar que o aluno já vem pronto.

– Erro nº 8: Exagero nas aulas expositivas.

– Erro nº 9: Aulas muito chatas.

– Erro nº 10: Provas baseadas na habilidade de memorização.

Isso não quer dizer que eu ainda não cometa erros, mas é possível avançar cada vez mais à medida que realizamos auto-avaliação do nosso trabalho, de forma a corrigir e aperfeiçoar o trabalho docente e buscar bases teóricas para metodologias eficazes e condizentes com a educação necessária.

Sabemos que o ato de lecionar sempre foi um trabalho difícil e de desgaste considerável, envolvendo grande consumo de energia no seu planejamento, preparação e avaliação. Estes últimos, pouco valorizados no trabalho docente uma vez que a carga horária de trabalho do Professor destina poucas horas a essas atividades tão importantes e fundamentas para a gestão da sala de aula.

Muitos gestores e educadores têm ainda em mente que gestão da sala de aula somente é realizada durante a aula, com ênfase no controle da indisciplina. Todavia, não se pode esquecer que todo planejamento, preparação e avaliação do ensino, acontece fora da sala de aula, merecendo preocupações e estudos tanto das teorias quanto das políticas educacionais Esse é um momento do trabalho que deverá ser valorizado pelos professores e gestores.

Mas, enquanto as reformas educacionais não chegam, temos que lembrar que os alunos estão aqui e agora, conosco na sala de aula. Portanto é preciso tomar providências para o próximo ano visando preservar a saúde e tornar nosso trabalho eficaz.

Para tanto seguem algumas sugestões a serem repensadas:

1- Planejamento da aula;

2- Seleção do conteúdo;

3- Escolha das metodologias e técnicas;

4- Seleção dos recursos materiais;

5- Envolvimento dos alunos e das famílias;

6- Desenvolvimento das aulas;

7- Acompanhamento e monitoração;

8- Avaliação da aprendizagem;

9- Procedimentos de recuperação;

10- Avaliação do planejamento.

Tudo isso é gestão da sala de aula. Tudo é trabalhoso e precisa ser pensado antes do término do ano letivo, para que possamos descansar e usufruir das merecidas férias, sem preocupações.

Tem outras sugestões? Compartilhe!

Pense sobre isso e deixe seus comentários!

Postado por Michel Assali

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