Archives: março 2016

Perguntas impertinentes que o professor deve saber responder (a si e aos pais)!

Olá, gente…Reunião de pais-2016

Essa postagem não é novidade nesse blog.

Todavia, em virtude do momento de aproximação das reuniões bimestrais ou trimestrais dos conselhos de Classe e Série e das reuniões de pais, penso que esse conteúdo seria de grande valia sê retomado à discussão prévia tanto pelos educadores como pelos pais.

O foco de todo o processo de aprendizagem se concentra na relação professor-aluno. Certamente é o grupo onde a carga de trabalho se dá com toda a intensidade do processo temperado pelas relações interpessoais e apimentado por diversas situações de conflitos.

Para os alunos, o sistema de suporte educacional  não recai apenas sobre o professor, seja ele polivalente ou especialista, mas também, ao papel da família a qual deve estar informada, solidária e conectada ao processo educativo.

A participação da família na vida escolar da criança e do jovem é um dos grandes desafios da educação brasileira, marcada fortemente por um sensível distanciamento dos processos educacionais numa medida inversamente proporcional à evolução do aluno nos diferentes níveis da escolaridade básica.

Nesse sentido a comunicação escola-família torna-se fundamental para esse estreitamento, considerando os dispositivos legais que ressaltam a responsabilidade da educação ser compartilhada entre a família e a escola, sejam nas atividades curriculares e extracurriculares.

Portanto, é preciso ter esclarecimentos sobre a quem recai o papel da educação e o da escolarização das crianças e jovens.

As recomendações sugeridas pela escola aos pais para que estes se envolvam com o processo da aprendizagem, geralmente encaminham ações da seguinte ordem:

– ” Pergunte à criança ou jovem como foi o dia dela na escola.”
– ” Procure ajudar com a lição de casa. ”
– ” Busque conhecer suas dificuldades e ansiedades.”
– ” Converse com eles sobre seus ideais e a importância da educação.”
– ” Encaminhe para aulas particulares ou reforço, sê necessário.”

Embora sejam coerentes, essas recomendações não mobilizam as famílias em direção ao envolvimento com a aprendizagem e não serão suficientes para desenvolver um clima de confiança com relação à Proposta Pedagógica da escola.

Nesse aspecto, a transparência da Proposta Pedagógica de uma escola é fundamental para promover essa credibilidade, sem que tenha como foco apenas as  informações das atividades extracurriculares, mas também, naquilo que o professor desenvolve em sala de aula com os alunos, ou seja, nas habilidades e competências decorrentes dos conteúdos curriculares, atividades, avaliações, etc.

Assim, e em favor dessa transparência do processo educacional, seguem exemplos de questões que os pais podem fazer sobre a educação dos alunos as quais deverão ser prontamente respondidas, “na ponta da língua”, pelos professores e educadores da escola.

Embora algumas das perguntas tendem a parecer contundentes, inexiste a intenção de causar qualquer melindre ou desconforto, mas o de provocar a reflexão sobre o papel docente, visto por uma outra face do prisma educacional.

Muitas dessas questões raramente serão objeto das interações entre pais e professores e talvez jamais serão feitas. Porém, o objetivo aqui é motivar a preparação e a revisão das práticas docentes à luz das teorias e tendências educacionais.

Para que a atividade tenha maior eficácia, faça as perguntas se colocando como pai e procure respondê-las como professor e educador.

Vamos às perguntas!

Então, imagine o pai de seu aluno perguntando:

1- Que padrões acadêmicos você usa e o que eu preciso saber sobre eles?
2- Como você identifica o esforço do meu filho em sala de aula?
3- Quais são os conceitos e conteúdos mais importantes que meu filho precisa entender até o final do ano?
4- Que técnicas você utiliza para tratar dos pontos fracos e fortes de seus alunos?
5- Como você organiza o trabalho de modo a desenvolver a criatividade e pensamento inovador em sua sala de aula?
6- Que atividades e estratégias você utiliza para desenvolver o pensamento crítico em sua sala de aula?
7- Como suas avaliações contribuem para promover a aprendizagem e não apenas uma simples mensuração?
8- O que posso fazer para apoiar a aprendizagem em casa?
9- O que tipos de perguntas você sugere para que eu faça ao meu filho sobre as atividades realizadas em suas aulas?
10- Como você desenvolve a aprendizagem personalizada com seus alunos?
11- Que critérios você utiliza para acompanhar o progresso acadêmico?
12- Que estratégias de ensino você utiliza ou pretende utilizar no processo de aprendizagem ao longo do ano?

13- Você usa metodologias diferentes (ou do tipo: aprendizagem baseada em problemas, baseada em jogos, baseada em projetos, etc.), e como você vê os principais benefícios dessas abordagens?
14- Que técnicas e recursos inovadores você utiliza no seu trabalho em sala de aula?
15- Que recurso tecnológico você sugere para que meu filho utilize para uma aprendizagem autônoma fora da sala de aula?
16- Quais as dificuldades mais comuns que oferecem resistência ao progresso acadêmico de seus alunos?
17- Que ações você tem realizado que contribuem para as mudanças da educação?

18- Como você vê o papel do professor no processo de aprendizagem?
19- Que questões não foram perguntadas, mas que deveriam constar desta relação? Encaminhe!

 

Procure responder essas e tantas outras questões sobre o trabalho docente.

Tenho a certeza que o enriquecimento será de grande valia.

Aproveite para compartilhar com outras pessoas.

Encaminhe suas questões e deixe seus comentários!

Postado por Michel Assali

 

Ensino Híbrido (Blended Learning)

Olá, gente…Ensino híbrido 2

Dentre as tendências para o ensino no séc. 21 com o uso das tecnologias, chama a atenção o modelo denominado Blended Learning, denominado no Brasil como Ensino Híbrido.

Ensino híbrido (ou aprendizagem híbrida) é um modelo que combina experiências de aprendizagem digitais e presencial. O Instituto Christensen para Disruptive Innovation define o Ensino híbrido como um programa de educação formal em que um estudante aprende:

1) pelo menos em parte, através da aprendizagem on-line, com algum elemento de controle ao aluno ao longo do tempo adequando local, percurso e ritmo; 

2) pelo menos em parte, em um ambiente supervisionado (longe de casa).

3) e as modalidades ao longo caminho de aprendizagem de cada aluno dentro de uma disciplina ou assunto são conectados para fornecer uma experiência integrada de aprendizagem .

Os programas de ensino híbrido se organizam em quatro modelos básicos: Rotação, Flex, À la Carte e Virtual Enriquecido.

Comentaremos nesta postagem o Modelo de Rotação e seus sub-modelos. Nas próximas postagens daremos continuidade aos comentários do outros modelos

O modelo de Rotação inclui quatro sub-modelos: Rotação em Estações, Laboratório de Rotação, Sala de Aula Invertida e Rotação Individual.

  1. Modelo em Rotações – um curso ou assunto em que permite aos alunos se movimentarem em uma programação fixa ou a critério do professor entre as modalidades de aprendizagem, pelo menos, uma das quais é a aprendizagem online. Outras modalidades podem incluir atividades como pequenos grupos ou instruções em classe, projetos em grupo, aulas individuais, etc. Os alunos aprendem principalmente na escola, com exceção de todas as tarefas de casa.

          a-Estação de Rotação – um curso ou assunto em que os alunos experimentar o modelo de rotação dentro de uma sala de aula contido ou grupo de salas de aula. Esse modelo difere do modelo individual de rotação, porque os alunos se movimentam através de todas as estações, e não apenas naquelas com programações personalizadas.

           b-Laboratório de Rotação – um curso ou assunto em que os alunos se movimentam para um laboratório de informática para a estação conectadas online.

 

           c-Sala de Aula Invertida  – um curso ou conteúdo em que os alunos participam de aprendizagem on-line no lugar do tradicional trabalho de casa. Vão para a escola onde presencialmente, realizam a prática ou execução de projetos orientados pelo professor. Em resumo: a parte teórica é estudada em casa e on-line. A parte prática é realizada na escola sob a supervisão e orientação do professor.

 

          d-Rotação individual – um curso ou assunto em que cada aluno tem uma  lista individualizada e não necessariamente vá passar em todas as estações, mas naquelas em que apresentar necessidades conforme prescrição do professor. Um algoritmo ou professor (s) define horários individuais do estudante.

Veja mais em: http://www.christenseninstitute.org/blended-learning-definitions-and-models/#sthash.AgT58CNz.dpuf

 

Tem mais a contribuir? Encaminhe seus comentários.

Postado por Michel Assali

 

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Modelos de aprendizagem para o século 21.

Olá, gente…learning future

O início do ano letivo é sempre marcado por reflexões e planejamentos envolvendo inúmeros profissionais da educação de forma direta ou indiretamente sempre visando a melhoria da qualidade do ensino. É também um grande momento para aperfeiçoar as, linguagens, conceitos e concepções educacionais bem como da utilização de modelos e tecnologias que possam inovar a educação e o aprendizado.

Nesse sentido, um índice de coleta de modelos de aprendizagem, envolvendo teorias, formas, modelos, terminologias, tecnologias e pesquisas, poderá ser muito útil como sugestões para as leituras e reflexões a respeito das tendências educacionais para este século.

O índice que encaminho a seguir será sempre incompleto tendo em vista a dinâmica social e os impactos das mudanças e políticas públicas na educação, acarretando, portanto, constantes revisões para que a lista seja sempre atualizada.

A expectativa a respeito desse índice é que você possa aprofundar conhecimentos e pesquisas sobre seu centro de interesse e contribua para participar do enriquecimento do mesmo.

Então, vamos ao índice.

– Aprendizagem Baseada em Atividade

De acordo com a Universidade de Harvard, “num curso de Aprendizagem Baseada em Atividade, os estudantes organizam e executam as atividades, o trabalho de campo, a pesquisa tendo por base o trabalho coletivo e na realização de estágios em conjunto com o trabalho em sala de aula.  A pedagogia ABA visa enriquecer a experiência acadêmica e os resultados de aprendizagem dos alunos, relacionando a teoria à prática, conceitos a métodos, usando dados e insights que eles obtêm por meio do engajamento com uma visão maior do mundo.”

– Ensino Híbrido

Ensino híbrido (ou aprendizagem híbrida) é um modelo que combina experiências de aprendizagem digitais e presencial. O Instituto Christensen para Disruptive Innovation define o Ensino híbrido como um programa de educação formal em que um estudante aprende:

1) pelo menos em parte, através da aprendizagem on-line, com algum elemento de controle ao aluno ao longo do tempo adequando local, percurso e ritmo;

2) pelo menos em parte, em um ambiente supervisionado (longe de casa).

3) e as modalidades ao longo caminho de aprendizagem de cada aluno dentro de uma disciplina ou assunto são conectados para fornecer uma experiência integrada de aprendizagem .

É geralmente aceite que existem quatro modelos de blended learning (ensino híbrido): Rotação, Flex, A la carte e Enriquecido Virtual . O Instituto Christensen esclarece que “o modelo de rotação inclui quatro sub-modelos:  Rotação em estações, Laboratório de rotação, Sala de aula invertida e Rotação individual”

Existem defensores da ideia de que uma parte do currículo do ensino médio seja desenvolvida de exclusivamente em forma digital.

– Aprendizagem Cognitiva

A aprendizagem cognitiva centra-se na “aprendizagem guiada pela experiência em habilidades e processos cognitivos e metacognitivos” (Collins, Brown, & Newman, 1989, 457 p.),

“O método é essencialmente destinado a ensinar os processos de resolução de problemas que os especialistas usam para lidar com tarefas complexas. Aprendizagens cognitivas visam permitir que os alunos aprendam estratégias e habilidades no contexto de sua aplicação a problemas realistas, dentro de uma cultura focada e definida pela prática especialista. ”

– Construtivismo Coletivo

A teoria da aprendizagem no qual os alunos atuam em rede não apenas para construir e assimilar seu próprio conhecimento e suas próprias oportunidades de aprendizagem, mas contribuir deliberadamente com suas pesquisas e conhecimentos com a criação de uma base de dados e recursos para e com a sua comunidade escolar e local. (Holmes & Gardner 2006).

– Aprendizagem Conectada

Um modelo de aprendizagem por Mídia Digital e Aprendizagem que enfatiza o papel das interações sociais como um catalisador para a aprendizagem.

– Construtivismo

A teoria da aprendizagem que sugere que “as pessoas constroem sua própria compreensão e conhecimento do mundo através de experimentar coisas e refletir sobre essas experiências” (Christie, 2005). (14)

– Diferenciação

Segundo o especialista Dr. Carol Tomlinson, a diferenciação não é uma estratégia de ensino, mas sim uma forma de pensar sobre a aprendizagem. Em termos de aplicação, é o projeto específico de “conteúdo, processo ou produto” de acordo com o perfil, a disponibilidade e o interesse de um estudante em aprender aquele conteúdo.

Tomlinson explica que “a diferenciação não presume tarefas diferentes para cada aluno, mas sim apenas suficientemente flexível na complexidade  e passível de ajuste contínuo.

Em suma, a diferenciação é o processo de personalizar metas de aprendizagem universais para grupos de estudantes. Como tal, está intimamente relacionada com o ensino personalizado e aprendizagem individualizada.

– Cidadania Digital

Karen Mossberger, Professor Associado da Universidade de Illinois em Chicago, define cidadania digital simplesmente como “a capacidade de participar na sociedade online.”

Terry Heick oferece uma definição de cidadania digital como “A qualidade dos hábitos, ações e padrões de consumo que têm impacto sobre a ecologia de comunidades e conteúdo digital.”

– E-Learning

Aprender expressamente através de cursos on-line e recursos digitais relacionados.

– Sala de Aula invertida (Flipped)

Dito de forma simples, uma sala de aula invertida é aquela em que os alunos são introduzidos para o conteúdo em casa através de ferramentas digitais (geralmente de vídeo) e depois praticá-la na sala de aula, sob a orientação de um professor. Este é o reverso do padrão tradicional, onde os alunos são introduzidos para o conteúdo na escola, e depois praticá-la em casa sem a orientação do professor.

-Aprendizagem através do jogo

O processo de aquisição de conhecimentos, habilidades, ou entendimentos conceituais através do jogo.

De acordo com Johan Huizinga, o jogo é “uma atividade que prossegue dentro de certos limites de tempo e espaço, em uma ordem visível, de acordo com regras livremente aceitas e fora da esfera da necessidade ou utilidade material”.

A atividade em game provoca o entusiasmo e o desafio de superação, além de produzir um sentimento de exaltação e tensão que acompanha a ação.

– Mooc

Um acrônimo para Massively Open On-line Course, um curso digital que permite o acesso assíncrono para o conteúdo, com a utilização de plataformas digitais como o Moodle.

– Aprendizagem móvel

As Nações Unidas definem a aprendizagem móvel como “aprendizagem móvel envolve o uso de tecnologia móvel, por si só ou em combinação com outras tecnologias da informação e comunicação (TIC), para permitir a aprendizagem a qualquer hora e em qualquer lugar. A aprendizagem pode se desdobrar em uma variedade de formas: as pessoas podem usar dispositivos móveis para acessar recursos educacionais, conectar com outras pessoas, ou criar conteúdo, tanto dentro como fora da sala de aula. A aprendizagem móvel abrange também os esforços para apoiar os objetivos educacionais amplos, como a administração eficaz dos sistemas de ensino e uma melhor comunicação entre as escolas e as famílias. ”

– Aprendizagem personalizada

O processo de concepção de uma experiência de aprendizado para um aluno individual, incluindo conteúdo, modelo, formas de avaliação e metodologia.

A aprendizagem personalizada pode decorrer de qualquer experiência de aprendizagem que é auto-iniciada e autodirigido em busca de resultados que inicialmente são pessoais e pertinentes e específicas ao aprendiz.

– Baseada em Ambientes Educacionais

A aprendizagem baseada em ambientes educacionais defende a utilização dos ambientes e espaços sociais a serem explorados como recursos para gerar aprendizagens.  O patrimônio local, arquitetônico, cultural, paisagens, etc. passam a ser considerados como fundamentais para oportunidades e experiências de aprendizagem. Esses recursos são utilizados como uma base para o estudo das artes, da linguagem, matemática, estudos sociais, ciências e outras disciplinas do currículo, enfatizando o aprendizado através da participação em projetos de serviços sociais na própria escola e comunidade local.

– Aprendizagem Baseada em Problemas

Similar a aprendizagem baseada em desafios, a aprendizagem baseada em problemas é um quadro de aprendizagem que utiliza problemas (idealmente autêntico e altamente pessoal) para enquadrar as experiências de aprendizagem. A aprendizagem baseada em problemas, usa o problema para provocar a necessidade do saber no estudante, despertando a motivação e contexto para a experiência de aprendizagem.

– Aprendizagem Baseada em Projetos

Um método de elaboração do currículo que resulta em estudantes que aprendem por meio de projetos (em vez de simplesmente completar projetos).

A ideia central da aprendizagem baseada em projetos é que os problemas do mundo real capturar o interesse dos alunos e provocar reflexão séria para que os alunos possam adquirir e aplicar novos conhecimentos num contexto de resolução de problemas.

O professor desempenha o papel de facilitador, incentivando a formulação de perguntas que relevantes, estruturando tarefas significativas, treinando tanto o desenvolvimento de conhecimentos e habilidades sociais, e avaliar criteriosamente o que os alunos aprenderam com a experiência. Os defensores afirmam que a aprendizagem baseada em projetos ajuda a preparar os alunos para as habilidades de pensamento e colaboração necessárias no mundo do trabalho.

– Andragogia

Forma de organizar a aprendizagem para adultos, aplicado especialmente para a Educação de Jovens e Adultos (EJA).

– Heutagogia

Um termo cunhado por Stewart Hase, heautogogia é o estudo da aprendizagem autodirigida, onde o professor e aluno são coparticipantes, autônomos e produtores do se próprio conteúdo e aprendizagem.

Tem mais alguma sugestão para acrescentar na lista?

Encaminhe para copartilhar.

Postado por Michel Assali

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Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

Olá, mulheres de todas as idades…

A vocês as mulheres que representam o ser mais evoluído do planeta:

São vocês que dão o equilíbrio necessário ao desenvolvimento complicado dessa nossa sociedade transmitindo emoção, sensibilidade, ternura e amor, para tornar o ser humano cada vez mais humano.
Parabéns e obrigado pela sua existência e pelo Dia Internacional da Mulher.

Postado por Michel Assali

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8 princípios fundamentais para uma liderança criativa.

Olá, gente…business-idea

Vagueando pela rede, encontrei num blog que fazia referências e comentários da palestra do Dr. Abdul Kalam, ex-presidente da Índia, versando sobre liderança, na Universidade de Cambridge.

Na sua palestra, o Dr. Kalam abordou diversos aspectos do tema, sendo incluídas questões tecnológicas, sócio-econômicas, políticas e em especial as grandes mudanças paradigmáticas dos tempos atuais.

O Dr. Kalam enfatizou a importância da liderança no cenário atual, a colocando como fator preponderante para o sucesso das instituições quer sejam públicas ou privadas.

Ressalta a necessidade da formação de uma nova geração de líderes visionários e empáticos que agem menos como comandantes e mais como treinadores, menos como gerentes e mais como facilitadores, e que permitem o autorespeito antes de exigir respeito.

A partir de sua experiência, o Dr. Kalam articulou os oito princípios fundamentais de uma liderança criativa que são críticos para a condução de inovação e de crescimento na economia do conhecimento:

– O líder deve estabelecer uma visão para a organização;

– O líder deve ter paixão para transformar essa visão em ação;

– O líder deve ser capaz de liderar em um mundo de incerteza;

– O líder deve saber como liderar tanto no sucesso quanto no fracasso;

– O líder deve ter coragem de tomar decisões;

– O líder deve ter nobreza ao liderar;

– Cada ação do líder deve ser transparente;

– O líder deve trabalhar com integridade e ter sucesso na integridade.

Lembre-se. Liderança não é um atributo nato. Pode ser muito bem adquirido e desenvolvido dentro de qualquer organização.

Pense sobre isso e vamos aumentar essa lista!

Encaminhe suas sugestões e comentários.

Postado por Michel Assali

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Base Nacional Comum Curricular

Olá, gente…

Até 15 de março de 2016, todos os brasileiros podem enviar observações a respeito do texto da Base Nacional Comum Curricular . 

Acesse clicando na imagem abaixo, ou aqui.


Quer saber como os professores do Brasil avaliam o texto preliminar da Base Nacional Comum Curricular? 

Acesse o site Movimento pela Base Nacional Comum, clicando aqui ou na imagem abaixo.
O Movimento coletou avaliação de 100 professores que manisfestaram suas opiniões e críticas a respeito do assunto.


Se interessar pode baixar todo o material disponibilizado pelo site em arquivo pdf.

Confira!


Acompanhe, participe e encaminhe seus comentários.


Postado por Michel Assali

 

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