Archives: junho 2017

Férias! Ôba!

Férias 2017

Inverno 2017

INVERNO tea

Tempo da Terra,

Tempo dos humanos

Tempo de …

– guardar para semear,

– recarregar para carregar,

– repensar para pensar,

– silenciar para expor,

– meditar para escolher,

– se fechar para desabrochar,

– reconsiderar para conciliar,

– se recolher para escolher, acolher

– se aquecer para amar.

Tempo maravilhoso, o inverno.

Que venha!  Salve o tempo.

                                         (Michel Assali)

 

Postado por Michel Assali

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Gestão: a autoridade formal e a liderança

Olá, gente…liderança e gestão

A liderança é um termo para o qual cabem muitas definições com algumas características comuns como, o envolvimento de pessoas, os relacionamentos interpessoais, as dinâmicas de funcionamento de grupos e a capacidade de influenciar comportamentos.

Porém, a liderança não é inata e pode perfeitamente ser construída teórica e praticamente através de muito conhecimento, reflexões e pela prática aliada ao desenvolvimento dos relacionamentos pessoais e interpessoais.

Neste sentido, não basta querer ser um líder, nem achar que basta ser chefe para ser o líder. A contratação, a designação ou a nomeação para um cargo de chefia não determina a formação de um líder. A liderança precisa ser construída gradativamente através de atitudes e conhecimentos.

Assim, entende-se que a autoridade formal é apenas instrumento para tornar uma pessoa um chefe, mas nunca o suficiente para torná-la líder. É preciso ir para além da formalidade e investir fortemente na gestão de pessoas.

Numa instituição privada ou pública, como uma escola, por exemplo, seu maior patrimônio a gerenciar não são os bens ou equipamentos e sim, as pessoas que ali atuam. Pois é junto ao grupo de pessoas que a liderança se desenvolve. Ninguém é líder de ferramentas, pois seria apenas responsável pelo almoxarifado.

Alguns aspectos diferenciam a autoridade formal da liderança.

Veja:

Autoridade formal:

– Fundamenta-se em legislações aceitas de comum acordo, que criam figuras de autoridade dotadas do poder de comando.

– O seguidor obedece à legislação incorporada na figura de autoridade, não à pessoa que ocupa o cargo.

– A lei é instrumento que garante a convivência social.

– A autoridade formal é limitada no tempo e no espaço geográfico, social ou organizacional. Os limites definem a jurisdição da autoridade.

-É temporária para a pessoa que desempenha o papel de figura de autoridade.

– A autoridade formal inclui o poder de forçar a obediência das regras aceitas para a convivência.

A liderança:

– Fundamenta-se na crença dos seguidores a respeito das qualidades do líder e de seu interesse em segui-lo.

– O seguidor obedece ao líder e à missão que ele representa.

– O líder é instrumento para resolver problemas da comunidade.

– A liderança é limitada ao grupo que acredita no líder ou precisa dele. Os limites da liderança definem a área de influência do líder.

– A liderança tem a duração da utilidade do líder para o grupo de seguidores.

– Os líderes têm o poder representado pelas pessoas que o seguem.

– A liderança é produto de inúmeros fatores. Não é qualidade pessoal singular.

Diretores que são verdadeiramente líderes e não apenas chefes, têm algumas características em comum:

-Usam muito mais a capacidade de influência do que o poder de comando.
-Sabem ouvir cada integrante da equipe e fazer uso das informações que recebem.
-Sabem delegar e acreditar no trabalho realizado pelas equipes.
-Confiam na equipe e procuram fazer com que a equipe confie nele.
-Valorizam opiniões e perspectivas de outros.
-Comunicam claramente à equipe e ao público interno quais os objetivos e metas.

Pense sobre o tema e responda:

-Que tipo de liderança é a sua?
-Que leituras você tem feito sobre o assunto?
-Que ações têm praticado para desenvolver sua liderança?
Tem mais a contribuir? Encaminhe para compartilhar ou deixe seus comentários.
Postado por Michel Assali

 

 

 

 

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Realizadores, conformados ou procrastinadores?

Olá, gente…pra depois

Buscava pela rede textos sobre procrastinação nas diferentes atividades profissionais.

Encontrei um texto de Christian Barbosa que aborda diversos temas sobre gestão, extraindo a classificação abaixo que achei bem didática e interessante para uma reflexão, considerando o processo produtivo das pessoas.

Segundo Christian, uma forma fácil de entendermos o ritmo produtivo e evolução das pessoas é dividi-lo em três grandes grupos:

Os realizadores – são aqueles que saem do lugar e fazem alguma coisa seja para atingir seus objetivos, dar saltos na carreira, viver melhor seus relacionamentos e ter mais saúde e prosperidade em todos os sentidos.

Os conformados – são aqueles que já assumiram que simplesmente não dá pra mudar, que a vida é assim mesmo, que ele não nasceu “virado” para a lua e que acredita que time que está empatando pelo menos não tá perdendo e assim, não se mexe.

Os procrastinadores – são aqueles que até tem vontade de mudar, de fazer algo diferente, que se motivam para criar planos, mas na hora H alguma coisa os impede de dar o próximo passo. Por insegurança ou por realizar uma ação que não será agradável, deixam para realizar “mais tarde”.

A parte triste dessa divisão é que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, já teve um desses perfis presente na sua rotina. Não é verdade? Ninguém é 100% realizador. Com certeza, o Bill Gates, Steve Jobs, Sílvio Santos, João Doria ou qualquer outro desses personagens que são extremamente bem sucedidos, já tiveram seus dias de procrastinadores e conformados.

Só que essas pessoas têm uma coisa em comum: eles conseguem administrar esses perfis e voltam rapidamente para o perfil realizador. Eles entendem que ninguém é inabalável, mas que todos têm uma capacidade inigualável de seguir em frente, no perfil adequado.

Em qual perfil você está vivendo hoje em dia?

Que tal aproveitar que praticamente 50% do ano já foi embora para começar a viver no perfil mais adequado?

Postado por Michel Assali

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