Archives: dezembro 2017

Cuidados com o cyberbullyng

Olá, gente…cyberbullyng 2

Ao fazer uma pesquisa sobre o cyberbullyng, assisti a um vídeo da TED Talk, com Monica Lewinski, a estagiária que se envolveu com o presidente americano Bill Clinton.

A palestra, intitulada como “O preço da vergonha”, discorre sobre os desdobramentos do “romance”, com ênfase no poder destrutivo da informação veiculada maciçamente pela internet e redes sociais, quando optam e decidem pelo “linchamento” virtual de pessoas, mesmo que não venham a cometer um crime. Clique para assistir o vídeo.

A reflexão nos leva a concluir que, mais do que a culpa, a vergonha passou a ser muito mais perigosa para vida de pessoas que sofrem da superexposição nas redes sociais, que podem  vir a ser submetidas a julgamentos indevidos, rápidos e injustos e como consequência, o cyberbullyng.

Resume Lewinski, na sua palestra quando diz: “A crueldade com os outros não é novidade, mas online, a humilhação tecnologicamente melhorada, é amplificada, incontrolável e permanentemente acessível”.

A culpa é sentimento de propriedade da pessoa que o sente, é passível de reconhecimento, redenção e perdão por ela mesma. Já a vergonha emana do externo, do social, dos grupos, das redes, com poder altamente destrutivo e de difícil defesa e perdão.

O dicionário virtual dicio.com.br, define Cyberbullying  como a forma de violência, através da internet, que ocorre de modo repetitivo ou frequente, sendo direcionada a uma ou mais pessoas, caracterizando-se por atingir os mais fracos de modo a intimidar, humilhar ou maltratar os que são alvos dessas agressões.

Como o ciberbullying é difícil de rastrear, muitas vítimas se sentem indefesas e incapazes de lidar com isso, especialmente se o bullying é pessoal e longo. Não é nenhuma surpresa, portanto, que essa forma de bullying tenha sido conhecida por provocar depressão e ansiedade em suas vítimas. Em muitos casos, também evoluiu desenvolvendo tendências de automutilação e em casos extremos, o suicídio.

Lamentavelmente, a vergonha mata mais que a culpa!

Nesse sentido, a superação do problema está na forma em que decidimos e orientamos a educação de nossas crianças e jovens. É preciso prestar mais atenção ao desenvolvimento das habilidades sócio emocionais, que precisam ser cada vez mais serem trabalhadas e desenvolvidas pela família em parceria com a escola, tendo como base a formação da empatia, ou seja, saber se colocar no lugar do outro.

Pense sobre isso. Pesquise a respeito, aprofunde a discussão e compartilhe.

Postado por Michel Assali

 

 

Gestão e Mudanças

Olá, gente…Trilhos 1

Em determinado momento, qualquer que seja a instituição, pública ou privada, exigirá dos seus funcionários ou colaboradores ações e atitudes inovadoras que produzam as mudanças necessárias ou muitas vezes, sonhadas, por que não?

Entretanto, o campo das ideias é sempre mais fértil que o campo das ações. É exatamente no espaço que fica entre a ideia e ação se faz necessária a presença e influência da gestão.

Ao gestor cabe a difícil tarefa de inspirar e mobilizar a equipe, envolvendo as análises, reflexões e contextualização dos objetivos do trabalho, visando reduzir a distância ideia-ação, criando o espaço ideal para as mudanças necessárias.

Embora seja tarefa difícil, porém não impossível, exige do gestor muito estudo e conhecimento para que os desejos sejam canalizados para a produtividade da equipe sem esquecer-se de considerar a resistência das pessoas às mudanças.

Para isso, alguns princípios devem ser analisados pelo gestor interessado no assunto, tais como:

 

1- Visão:

Ter clareza do problema e desenvolver conhecimentos a respeito dos dados, dos indicadores relevantes sobre o problema e das mudanças a serem planejadas e implementadas para chegar onde se pretende.

2- Habilidades

Munir-se de condições técnicas para criar uma equipe que dê conta de elaborar e implementar um projeto e um plano dotado de todas as etapas necessárias às mudanças pretendidas.

3- Incentivos

Processos complexos de mudanças requerem incentivos adequados. É necessário motivar todos que estão envolvidos e que poderão influenciar no ritmo do processo de mudança. Promover um ambiente incentivador é característica dos grandes lideres. A falta de incentivos provoca lentidão da mudança.

4 – Recursos

Toda mudança exige recursos. Caso contrário corre-se o risco de ficar no campo das ideias. Os recursos podem ser humanos, tecnológicos ou financeiros. “De nada adianta termos visão do que queremos, termos as habilidades necessárias para promover as mudanças, estarmos altamente incentivados, mas nos faltarem os recursos necessários. Entrar em processo de mudança sem ter os recursos necessários gera frustração e impede o alcance do objetivo.”

5- Plano de Ações

Se pequenas mudanças exigem minimamente um plano, as mudanças mais complexas exigem um Planejamento mais cuidadoso, bem elaborado e bem executado. Um Plano de Ações implica em detalhar todas as fases da mudança, elaborar um cronograma, estabelecer metas mensuráveis, acompanhamento e avaliação. Sem um bom plano, corre-se o risco de desperdiçar tempo e não chegar a lugar nenhum.

RESUMO:

1-VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = MUDANÇA

2-FALTA DE VISÃO+ HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = CONFUSÃO.

3-VISÃO + FALTA DE HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = ANSIEDADE

4-VISÃO + HABILIDADES + FALTA DE INCENTIVOS + RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = LENTIDÃO

5-VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + FALTA DE RECURSOS + PLANO DE AÇÕES = FRUSTRAÇÃO

6-VISÃO + HABILIDADES + INCENTIVOS + RECURSOS + FALTA DE PLANO  DE AÇÕES = FALSO COMEÇO

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Postado por Michel Assali

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